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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

RESENHA - O GRANDE GATSBY - F. SCOTT FITZGERALD - ÚLTIMA PARTE / COM SPOILER


CAPÍTULO VIII

Gatsby conta a Nick sua verdadeira história, que foi pobre e o quanto a riqueza e fineza de Daisy o impressionara, quando ele era ainda um simples oficial, sem passado, sem dinheiro e que mesmo acreditando que ela o amava, havia ido embora. Eles trocavam correspondências, mas Daisy casou-se com Tom e Gatsby voltou a cidade na noite de nupcias do casal. 
Gatsby afirmava a Nick que Daisy o amava.

Wilson tenta vingar-se e procura o suposto assassino pelas características do carro, acreditando que este também era o amante de sua mulher.

Gatsby decide tomar banho de piscina, o primeiro.

Wilson encontra Gatsby na piscina e o mata, suicidando-se.

Nick encontra-os juntos com os empregados...Sabia que Gatsby não era o amante, muito menos o assassino. Nick gostava muito de Gatsby.

CAPÍTULO IX


Policiais, fotógrafos, curiosos...
A irmã de MYRTLE falou que nunca havia visto Gatsby, e que o casal era muito feliz.
Nick cuidou do corpo de Gatsby, sentia-se responsável.
Tento avisar Daisy, mas ela já havia viajado com Tom sem dizer para onde e quando voltaria.
Convidou os frequentadores da casa e das festas de Gatsby, mas nenhum teve interesse em ir, nem mesmo o sócio, somente compareceu ele e o pai, o sr. Gatz, pessoa simples, e um homem que Nick viu uma vez a olhar os livros de Gatsby.

Nick não ficou com JORDAN. E viu um dia Tom, terminando por descobrir que foi ele (Tom) que havia dito a Wilson que o carro era de Gatsby.

Nick percebeu que pessoas com Tom e Daisy são arrogantes, e aturam-se e escondem-se atrás de seu dinheiro e deixando os outros resolverem seus problemas.


"E, quando lá me achava a meditar sobre o velho, desconhecido mundo, lembrei-me da surpresa de Gatsby, ao divisar pela primeira vez, a luz verde e existente na extremidade do ancoradouro de Daisy. Ele viera de longe, até aquele relvado azul, e seu sonho de ter-lhe parecido tão próximo, que dificilmente poderia deixar de alcança-lo. Não sabia que seu sonho já havia ficado para trás, perdido em algum lugar, na vasta obscuridade que se estendia para além da cidade, onde as escuras campinas da república se estendiam sob a noite. Gatsby acreditou na luz verde, no orgiástico futuro, que ano após ano, se afastava de nós. Esse futuro nos iludira, mas não importava: amanhã correremos mais depressa, estenderemos mais os braços… E, uma bela manhã… E assim prosseguimos, botes contra a corrente, impelidos incessantemente para o passado." 

                                                                         F. Scott Fitzgerald




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