CONTADOR DE VISITAS

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

RESENHA - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA: ESPAÇO, TEMPO E CORPOREIDADE - FERNANDO JAIME GONZÁLES

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA: ESPAÇO, TEMPO E CORPOREIDADE

FERNANDO JAIME GONZÁLES

PÁGINAS 13 A 22

Condição humana: aprender no mundo


Não nascemos sabendo, mas temos a capacidade de aprender.
E ser humano é aprender a ser humano, através das relações que temos com o outro, da relação com a própria história do mundo.

Escola: uma janela para o mundo

A escola não é o mundo, mas se interpõe entre ele. Ela amplia os horizontes.
A escola tem o dever de oferecer instrumentos para compreender o mundo.
A escola brasileira está fragilizada em relação a admiração pelo conhecimento, o desafio é refazer que o conhecimento seja novamente digno de admiração.
Fatores:
*crise na educação
*desprestígio pelo saber do professor
*fragilidade na autoridade dos pais.
“ensinar é ato bem específico e diferente de acolher e de cuidar, ainda que, especialmente nos anos iniciais, devam conviver”1
O desafio do professor é fazer com que se cumpra a função da escola, e essa é a demostração de amor.
Bom funcionamento da escola:
*professores bem preparados
*clareza de objetivos e conteúdos
*aulas planejadas e cativantes “pela utilização de diferentes materiais de apoio”.2

Infâncias / crianças na contemporaneidade

No ocidente cresce a importância da criança, mas o tempo que a família destina a ela está cada vez menor.
Os direitos das crianças está ampliado, mas o dever está enfraquecido.
As crianças tem acesso a um meio que não pertenceria a sua idade, e isso diminui a fronteira das gerações, isso as torna cada dia mais precoce.
Com essa pluralidade de infâncias as quais podem existir, vemos uma grande complexidade para pensar a escola.
Esse desafio é de ouvir e compreender o mundo em que a criança vive, repeitando e percebendo que não há uma única forma de ensinar.

Educação física nos anos iniciais: dificuldade em legitimar-se como área de conhecimento.

A educação física é associada aos anos iniciais como: recreação, jogo, brincadeira, gastar energia e etc.
Os currículos são socialmente construídos, há uma história vinculada a organização curricular. O Lugar e função da EDUCAÇÃO FÍSICA, já vem há muito tempo sendo discutida no Brasil. Segue as 3 últimas Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

LDB N°4.024/61 e a Educação Física nos anos iniciais.

Essa foi a primeira no Brasil.
Ficou pertencendo a área de Comunicação e Expressão.
Nos anos inciais era ministrado pelos professores regentes.
O objeto era a recreação individual e coletiva.
Visava: melhor aptidão física, criatividade, senso comunitário, moral e cívico.
Clima de laissez-faire.3 Assim a E.F. Tornou-se na escola à margem do processo educativo.
“A lucidade e a recreação são características das atividades e não é um conteúdo da E.F.”4
“A perspectiva desta lei na época era dar privilégio aos corpos geralmente considerados mais fortes, ágeis, rápidos.”5

LDB N°5.692/71 E A Educação Física nos anos iniciais

Nesta lei, era compreendida as seguintes recomendações para os anos iniciais:
*conjunto de jogos
*desporto e recreação,
*promovendo o desenvolvimento harmonioso do corpo e do espírito
*formar e disciplinar hábitos sadios.
Isto é, desenvolver integralmente a criança.
A disciplina é vista com cunho de viabilizar o ensino e a aprendizagem das outras disciplinas e é vista mais como cognitiva-comportamental. Mas isso deixava a E.F. Subordinada a outras matérias.

LDB N°9.394/96 e a Educação Física nos anos iniciais

Nomeada como componente curricular e integra a proposta politica pedagógica da escola.




1p.15
2p.15
3Fazer qualquer coisa.
4p.20

5p.20

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

RESENHA - A educação dos corpos, dos gêneros e das sexualidades e o reconhecimento da diversidade. - DRA SILVANA VILDODRE GOELLNER

A educação dos corpos, dos gêneros e das sexualidades e o reconhecimento da diversidade.

DRA SILVANA VILDODRE GOELLNER

páginas 71 a 82

A questão de diversidade é relacionada a compreensão que ser diferente não é ser desigual, e deve ser uma característica de incluir e possibilitar que todas as pessoas tenham seus direitos garantidos.
Este texto é para que se possa possibilitar uma atuação nas práticas corporais e esportivas, estejamos reconhecendo a diversidade e promovendo a sua inserção e que as situações sejam respeitadas.
Quando falamos em corpo estamos falando sobre o que somos e isso inclui também o que está além dele, mas nele, como roupas, acessórios, máquinas e não somente os músculos, pele e etc.
O corpo representa também uma identidade cultural.

Todos os corpos tem necessidades, mas as necessidades universais, algumas são saciadas de modo diferente, como estar com fome e querer comer um cão, na nossa sociedade não comemos cães, mas os Coreanos, p.ex., comem. E há outras necessidades e hábitos que são totalmente diferentes.
Podemos perceber que o corpo vive, existe, educa-se conforme a sua cultura e seu tempo. O corpo é educado em vários meios de socialização.
Falar de educação dos corpos, diz a autora, por existe uma pluralidade de corpos com características diversas.
É a cultura que nomeia qual é o corpo desejável, e com isso pode expressar uma desigualdade. Se há diferenças é precisos que elas sejam recebidas como identidade do sujeito para evitar estas desigualdades.
Gênero= construção social do sexo.1
A construção do gênero é uma construção estabelecida pela sociedade, mas que varia conforme o o tempo, p.ex., se um homem usasse cabelo comprido em determinada época, sua masculinidade seria questionada, hoje isso já não acontece.
Então ser feminino ou masculino é uma definição fixa? Pode variar dependendo da sociedade e do tempo?
A identidade de cada pessoa varia muito mais em relação a muitas outras características do que apenas ser homem ou mulher. Se é gay, hétero, evangélico, jovem, e etc, pode influir muito mais marcas sociais do que imaginamos.
A diversidade deve ser trabalhada e respeitada na sua pluralidade, rejeitar rótulos, pois rótulos reforçam discriminações e exclusões.
Deve ser feito reflexões sobre certas “atitudes contestáveis”, como p. ex., e o que se poderá fazer:
*a anatomias dos corpos justifica a qual modalidade deve exercer ou não = não existe regras para se fazer ou não atividades conforme o sexo
*a aparência como forma de julgar as pessoas = as características não determinam o que a pessoa faz ou é capaz de fazer.
*a beleza (perfeição) como obrigação da mulher = a mulher deve valorizar o que é, e não sua aparência.
*os meninos incentivados a provar sua masculinidade = isso limita os sujeito a certas práticas.
*estereótipo masculino e feminino = precisamos respeitar as escolhas de cada um e não tabelar uma pessoa por suas escolhas.
*o correto é ser heterossexual = a homossexualidade não é doença e sim uma possibilidade de se viver a sexualidade e deve ser respeitada.
*incentivo a homofobia = cuidar e inibir as atitudes para que nas atividades isso não venha como uma “brincadeira” fazendo com que o ofendido se afaste das práticas.
*separar atividades por sexo = isso limita a participação em atividades em que meninos e meninas gostariam de participar e vivenciar e isso seria reforçar o senso comum.
*preconceitos contra classe social, religião, orientação sexual, etnia, habilidade física e etc. = o primeiro passo é respeitar a diversidade cultura, lembrar que diferenças não são desigualdades e sim diversidade, devesse promover práticas que inibam esse tipo de atitudes.
*linguagem descriminatória e sexista = deve se evitar palavras que evidenciam e reforçam preconceitos.
Nos deparamos com muita outros preconceitos em relação a corpo, gênero e sexualidade. Cabe a cada um construir práticas pedagógicas que evidencie esse respeito pela diversidade, de inclusão.
Lembrando que nas práticas esportivas, historicamente as meninas tem menos oportunidades de lazer, porque tem outras atividades. Motivar com horários que contemplem essa oportunidade e se adequem a realidade e seja um ato inclusivo. Não permitir que praticas esportivas sejam sexistas e que isso venha acarretar em escolhas não desejadas. As habilidades não são referente ao sexo, mas sim a sua história de vida e questões culturais.
Deve-se privilegiar o respeito, aceitação, reconhecimento da diversidade, o que é um grande desafio.2
1p.75
2p.82

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

RESENHA - Os significados do corpo na cultura e as implicações para a Educação Física - Jocimar Daolio

Os significados do corpo na cultura e as implicações para a Educação Física

Jocimar Daolio

PÁGINAS 24 A 27

Devemos refletir sobre o corpo, o que ele representa para nossa cultura hoje? e o que ele representa hoje é o mesmo que representou no passado? Ainda cultivamos os mesmos hábitos e almejamos o mesmo corpo?
"O pensador" - Auguste Rodin
Todos somos frutos da cultura e nosso corpo não é o natural. Cada característica de nosso corpo faz parte da cultura em que vivemos, inclusive a evolução de nosso corpo é por causa de nossa socialização. “a natureza do homem é ser um ser cultural”.1
No meio acadêmico não se conectam os saberes antropológicos aos biológicos, isto é, a cultura, às vezes, não é vista como algo relevante que influi na maneira de ser do corpo.
O corpo é a tradução de sua sociedade, como ela vive, como ela se comporta, o corpo é a forma como cada sociedade transmite aos seus é fruto na interação da natureza com a cultura e transformação do próprio corpo através da transformação da cultura.

“o que define o corpo é o seu significado, o fato dele ser produto da cultura, ser construído diferentemente por cada sociedade, e não as suas semelhanças biológicas universais”.2

As práticas adotadas para atuar sobre este corpo devem levar em conta a cultura em que está inserido.
Nas aulas de Educação física, alguns profissionais usam um parâmetro igual para se chegar a um corpo perfeito, isto é, o aluno que se destaca mais é o que chega mais próximo destes movimentos. Mas a característica do ser humano é a própria diversidade.
Cultura corporal é um conjunto de movimentos e hábitos corporais de um grupo específico.3
Na Educação Física Brasileira, já está começando a se utilizar do termo Cultura Corporal, no sentido defendido pelo o autor do texto.
Estudar antropologicamente na área, significa perceber as diversas características que podem estar apropriadas ao corpo e que orientam.
As questões de como os profissionais de Educação Física veem a representação do corpo ainda não há como serem respondidas, mas o texto é um alerta para para esses profissionais perceberem que ao trabalharem com o corpo estão também trabalhando com a cultura desse ser humano

                  “mexer no corpo é mexer na sociedade da qual esse corpo faz parte.”4

1p.25
2p.26
3p.27
4p.27

domingo, 26 de janeiro de 2014

Leituras 2014

Janeiro 2014
1) O grande Gatsby - Francis Scott Fitzgerald (concluído em 26/01/2014)

4ª semana de 2014 - li, vi, E/OU ouvi.

***2001: uma odisseia no espaço e Mundos perdidos de 2001 – Arthur C. Clarke [Fórum Entre Pontos e Vírgulas] [Projeto Kubrick]  CLIQUE AQUI


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Aprenda lavar roupa sem máquina 
(para divertir um pouquinho)


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

RESENHA: A TEORIA DA PSICOGÊNESE DA ESCRITA: A ESCRITA ALFABÉTICA COMO SISTEMA NOTACIONAL E SEU APRENDIZADO COMO PROCESSO EVOLUTIVO

LIVRO: 
COMO EU ENSINO - SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA - ARTUR GOMES DE MORAIS
ARTUR GOMES DE MORAIS
CAPÍTULO II ATÉ A PÁGINA 65.



Capítulo II

falta uma parte anterior que será digitada em um outro momento

2. POR QUE A ESCRITA ALFABÉTICA É UM SISTEMA NOTACIONAL E NÃO UM
CÓDIGO?

VISÃO TRADICIONAL: o aluno aprende memorizando e repetindo, decorando formas gráficas (letras) e os sons (fonemas), isto é, "decodificariam ou codificariam as palavras"p.46, tudo seria questão de treinamento.
O autor quer evitar palavras como: código, decodificar e codificar, pois elas não incluem o trabalho cognitivo por trás da aprendizagem.
Na teoria da psicogênese da escrita não se aprende um código e sim um sistema notacional.
O aprendiz não conhece o sistema e não conhece os fonemas isolados como AI e PÓ, não sabem que duas letras podem ser lidas.
As regras não são internalizadas de um dia para o outro, a criança vai desvendando e compreendendo o alfabeto. Para isso encontrará duas respostas que provém de tais perguntas:
"1) O que as letras representam (ou notam, ou substituem)? 2)Como as letras criam representações (ou notações)? (Ou seja, como as letras funcionam para criar representações/notações?)"p.49
Resposta 1= as crianças ainda não sabem o que representam
Resposta 2 = vai se abrindo hipóteses silábicas.

Aspectos do sistema silábico:

1)conceituais= refere-se as 2 questões acima e remetendo ao processo de representação simbólica
2)convencionais=refere-se as convenções de cada língua.

3.PROPRIEDADES DO SISTEMA ALFABÉTICO QUE O APRENDIZ TEM QUE RECONSTRUIR PARA COMPREENDER O SEU FUNCIONAMENTO

Convenções da língua Portuguesa:

Propriedades da língua para se tornar alfabetizado:

1.Escreve-se com letras convencionadas e não inventadas.
2.Letras com formato fixo.
3.A ordem das das letras deve obdecer a palavra
4.As letras podem se repetir em uma ou mais palavras.
5.As letras devem obdecer regras de posições e de conexões.
6."As letras notam ou substituem a pauta sonora das palavras que pronunciamos..."p.51
7.Os sons das letras são menores que das sílabas.
8.As letras possuem sons fixos,.
9.Existem também os acentos que modificam os sons.
10.As sílabas podem variar quanto as combinações entre vogais e consoantes.

Percebemos que como alfabetizados não vemos todas essas teorias anteriores, isto na psicogênese pressupõe um percurso evolutivo.

4.EXPLICAÇÃO DA TEORIA DA PSICOGÊNESE DA ESCRITA SOBRE O PROCESSO DE APRENDIZADO DA ESCRITA: AS ETAPAS OU NÍVEIS PELOS QUAIS PASSAM OS ALFABETIZANDOS.

Nesta teoria podemos há a explicação da origem do conhecimento. Pois um novo conhecimento não surge do exterior e sim de uma transformação do aprendiz em relação as coisas que conhece e ao novo conhecimento, ele confronta, gerando um desafio e conhecimento.
Na evoulução da aprendizagem, a criança cria hipóteses para as 2 questões anteriores: "1) O que as letras representam (ou notam, ou substituem)? 2)Como as letras criam representações (ou notações)? (Ou seja, como as letras funcionam para criar representações/notações?)"p.49

A fase pré-silábica

A criança ainda não sabe que pode colocar no papel a sonoridade das palavras que falamos.
Nesta fase, a criança não diferencia a escrita do desenho. Às vezes, elas produzem desenhos parecidos com letras, isto hoje, acontece mais cedo, porque se tem mais contato com as letras. VER A FIGURA 3
Misturam letras e números e criam letras, acham que as características como tamanho dos objetos podem influenciar no tamanho das palavras.
As crianças formulam hipóteses de quantidade mínima (acham que uma palavra deve ter uma certa quantidade de letras para ser palavra) e variedade (não pode repetir as letras). Emilia Ferreiro chamou isto de variações inter intrafigurais, pois a crianças não está brincando de escrever e sim formulando reflexões sobre a escrita alfabética.

A fase silábica

Depois de escrever as palavras, a criança tende a começar ler o que escreveu em divisões silábicas. Pode ser que a criança já tenha algum acesso as práticas tradiconais.
A criança vai tentando um ajuste ao escrever as palavras, inclusive repetindo algumas letras para adequar a palavra p.ex balaaa, depois ela reve e termina por apagar as letras que sobram.
A hipótese silábica demostra que ela compreende que "a escrita é a pauta sonora das palavras"p.58, e também que para cada sílaba há uma letra.
........
O autor discorda em relação a negação do requisito consciência fonológica, pois percebe que a criança ao escrever AUI para jabuti tem percebemos que ela usou a habilidade de analisar os fonemas vocálicos.

A fase silábica-alfabética

A criança percebe que tem que colocar mais de uma letra para cada sílaba, ela reflete sobre o interior das sílabas orais.
A c. começa a perceber que não só com AIU escreve apito, então ela migra para o aprendizado das "consoantese seus valores sonoros"p.63
Às vezes por medo de errar as crianças não arriscam uma escrita, como p.ex. o menino escreveu PAPAI para papai e APIO para apito, perguntado se faltava alguma letra em apito ele responde que sim, mas que não quer arriscar porque não havia aprendido e não queria errar. (a escola pode inibir a escrita espontânea)
Esse período de transição também é um grande aprendizado das correspondências grafema-fonema. Quanto mais o aluno chega a hipótese silábico-alfabética, mais terão chance de sucesso escolar.
VER A FIGURA 5 NO LIVRO.

A fase alfabética

Aqui as crianças resolvem as questões: "1) O que as letras representam (ou notam, ou substituem)? 2)Como as letras criam representações (ou notações)? (Ou seja, como as letras funcionam para criar representações/notações?)"p.49
A c. já escreve, mas ainda tem muitos erros ortográficos, pois ainda acredita que cada letra tem apenas um som. Aqui a c. alcançou uma hipótese alfabética, mas não está alfabetizado, isto requer "domínio razoável das correspondências entre letra e som(ou grafema-fonema)"p.65

Um Decálogo Liberal do filósofo britânico Bertrand Russell

1. Não tenha certeza absoluta de nada.

2. Não considere que valha a pena esconder evidências, pois as evidências inevitavelmente virão à luz.
3. Nunca tente desencorajar o pensamento alheio, pois com certeza você terá sucesso.
4. Quando encontrar oposição, mesmo que seja de seu cônjuge ou de suas crianças, se esforce para superá-la pelo argumento, e não pela autoridade, pois uma vitória dependente da autoridade é irreal e ilusória.
5. Não tenha respeito pela autoridade dos outros, pois há sempre autoridades com opiniões contrárias a serem achadas.
6. Não use o poder para suprimir opiniões que considere perniciosas, pois se você agir assim as opiniões acabarão por suprimir você.
7. Não tenha medo de opiniões excêntricas, pois todas as opiniões hoje aceitas foram um dia consideradas excêntricas.
8.  Encontre mais prazer em desacordo inteligente do que em concordância passiva, pois, se você valoriza a inteligência como deveria, o primeiro será um acordo mais profundo que a segunda.
9. Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se você tentar escondê-la.
10. Não tenha inveja da felicidade daqueles que vivem no paraíso dos tolos, pois apenas um tolo consideraria que aquilo é felicidade.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

domingo, 19 de janeiro de 2014

3ª semana de 2014 - li, vi, E/OU ouvi.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

ARTE DA GUERRA - SUN TZU - PARTE 4 - Última parte - RESUMO

PARTE 3

.................................................
se fores de surpresa em teu país, reúne aliados nos vizinhos.

"a rapidez é a seiva da guerra"

não foges em situação ruim, pelo menos morra com bravura. Combata como não estivesse perdido;
EDITORA L&PM
corta boatos, impede que façam presságios sobre algo que aconteceu;
não deixe as tropas se entristecerem ou entrar em depressão, faça festas toca tambores, instrumentos militares, dá-lhes trabalho;
socorre teus alados e também os povos vencidos que necessitam, o soberano deles declarou guerra o povo não é culpado.
estrangeiro em tua tropa devem ficar separados;
os projetos somente o general pode saber até a hora de executar;

"a guerra deve ser a última solução. Os combates, quaisquer que sejam os resultados, têm sempre um gosto amargo mesmo para os próprios vencedores. Só se deve travá-los quando não houver outra saída".

se tu tropas não são bem disciplinadas a culpa é tua;

pirotecnia: queimar homens, provisões, equipamentos, arsenais e depósitos e utilizar bombas incendiárias;

recrutar homens desfalca o Estado e família, por isso, para ir a guerra tem que se ter preparado antes inclusive convecer que inimigos lutem pelo teu estandarte;

povos vencidos sem prejuízos, serão teus súditos;

conhece teus oficiais os filhos deles, os servos, os parentes, os amigos deles.

"um exército sem agentes secretos é um homem cego e surdo".

**fim**

VÍDEO


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

ARTE DA GUERRA - SUN TZU - PARTE 3 - RESUMO

PARTE 2

.....................................

conhece o meio que te cerca (terreno);
EDITORA L&PM
força militar baseia-se na dissimulação;
aproveita o intusiasmo das tuas tropas;
conhece o terreno. Acampa em lugar de fácil retirada;
evita lugares isolados;
tenha perto: água, montanhas;
se for necessário mudanças nos planos faça-as;
deve decifrar e não adivinhas as estratégias do inimigo.

..........................................................

inimigo próximo (sinais)
*passáros em revoadas;
*animais correndo assustados
*nuvens de poeira.

..................................................

acampas perto da montanha do lado do sol evitando tristeza e doença;
perto da nescente dos rios e não nas corredeiras;
se precisa punir, age rápido para manter a disciplina;
conheça o ponto fraco e o ponto forte do inimigo;
não permitir o exército acampar próximo dos lares, eles irão querer perpetuar a raça ao invés de morrer;
nem em ponto que é fácil retroceder, voltar para casa.

.......................................................................

contínuará na parte 4

..............................

VÍDEO



terça-feira, 14 de janeiro de 2014

ARTE DA GUERRA - SUN TZU - PARTE 2 - RESUMO

PARTE 1
EDITORA L&PM

......................................
"na guerra o essencial é a vitória e não campanhas prolongadas"

não destrói os domínios inimigos, só em caso de extrema necessidade;

"melhor política guerreira é tomar um Estado intato"

deve-se atacar a estratégia do inimigo (sabotando, semeando discódia...);
vence sem derramar sangue e sem colocar os pés em estado estrangeiro;

"um general só pode servir bem o Estado de um único modo, mas pode arruiná-lo de diversas maneiras"

nunca tomes teu inimigo por inferior e por isso acredita que poderá ir despreparado;

"a invencibilidade está na defesa, a possibilidade de vitória, no ataque"

lembra o nomes de teus oficiais e subalternos;

"é preciso agir rápido. Não permitas que o inimigo tome a dianteira"

O INIMIGO DEVE:  ignorar tua posição.

TU DEVES: ver sem ser visto, ouvir sem ser ouvido;

"se fugirem ou recuarem, não persiga o inimigo"

canse o inimigo;
o inimigo deve desconhecer suas estratégias;

...................................................................................

fica perto o bastante para saber o que o inimigo faz e longe o bastante para ele não saber de teus planos e atos;
vigia e não seja vigiado;
prepara-te. Não contes com o acaso;
avança no inimigo quando ele acredita que estás longe;

"inimigo surpreendido, é inimigo meio vencido"

PARTE 3


VÍDEO

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Melhor do que Jesus...

Todos sabemos que a figura de Jesus não agradou a todos, embora este tenha sido considerado perfeito, mas tem pessoas que usam a frase "todo mundo gosta de mim"...fico pensando...está pessoa não conhece a frase "nem Jesus agradou a todos"...

Esta publicação não é de cunho religioso, é apenas a observação sobre a superioridade que algumas pessoas têm.

IMAGENS E MENSAGENS #6






Pawel Kuczynski


Pawel Kuczynski



                                         
                                          FONTE: REVISTA EXAME

domingo, 12 de janeiro de 2014

ARTE DA GUERRA - SUN TZU - PARTE 1 - RESUMO

Foi traduzido do chinês para o francês em 1772 pelo padre Amiot.
Tem mais de 2.500 anos.
Influênciou Mao Tsé-Tung.
Hoje usado nas estratégias empresáriais.
EDITORA L&PM

...................................................

O general deve evitar:
a precipitação
a hesitação
a irrascibilidade
a preocupação com as aparências
e a excessiva complacência

................................................

comentarista: Se-Ma Ts'ien  100 a.C.

..................................................

Sun Tzu súdito de WU.

Wu mandou que Sun Tzu treinasse suas 10 mulheres, já que este dizia que poderia treinar qualquer um.
Ele as treinou, mas elas não obedeciam, debochavam até que Sun Tzu as castigou (diz no livro como foi) e elas começaram imediatamente a obedecer. Mas o rei de Wu não gostou do castigo (explica no livro porque) e o expulsou do país. Mas o trouxe de volta, pois precisou dos seus serviços.

................................................

a obra


deves ter recursos suficientes;
deves ser rápido para que os recursos e o entusiasmo não se acabem;
prejuízo ao Estado=prejuízo a reputação;
quem sabe o que está fazendo não ataca duas vezes, termina tudo na primeira;
usa o que necessita as custas do inimigo, deve importuná-lo para cair em armadilhas;
recompensa os teus;
trata bem teus prisioneiros, faça-os acharem que estão melhores contigo.

CONTINUARÁ NA PARTE 2

O QUE LI , VI OU OUVI NA 2º SEMANA DE 2014


Melhores e Piores de 2013
por Tatiana Feltrin




Cientistas afirmam ter descoberto tratamento que elimina câncer no pâncreas em uma semana  CLIQUE AQUI

As últimas frases dos escritores  clique aqui

Memorial da América Latina  CLIQUE AQUI

a mentira pode ser...


  1. A mentira não é nem doença e nem falta de caráter, mas sim algo natural do natural do ser humano que começa a mentir porque quer agradar e não quer ser grosseiro, depois percebe que as pessoas não gostam de ouvir a verdade.

Quando percebem, são mentirosos nato. Mentir é bem viver em sociedade.

sábado, 4 de janeiro de 2014

LEITURAS 2013 - ATÉ 29/12/2013

JANEIRO 2013

1) O palácio de Potala - Tesouros da China - Texto de Paulo Simas
2) Filosofia da Educação - Leonardo Sartori Porto
3) O Alienista - Machado de Assis
FEVEREIRO E MARÇO
4) Helena - Machado de Assis
Meses dedicados a faculdade.

ABRIL
5) Mulherzinhas (Little Woman) - Louise May Alcott

MAIO
6) Conto de natal - Charles Dickens
7) Simplificando o português, volume 3 - Sérgio Nogueira
8) O poderoso chefão - Mario Puzo

JUNHO
9) O guia do mochileiro das galáxias - Douglas Adams
10) O diário da princesa - Meg Cabot
11) A arte da palavra - Gabriel Perissé
12) Mundaréu - Luiz Coronel

JULHO DE 2013
***mês dedicado a faculdade, li muito sobre Piaget, Linguagem e Rousseau***
13)ROUSSEAU:A EDUCAÇÃO NA INFÂNCIA- Beatriz Cerizara
14) Emílio, ou Da Educação - J.-J. Rousseau (apenas o LivroI)
+ LEITURAS POR CONCLUIR

AGOSTO DE 2013
Este mês tive que me dedicar mais ainda a faculdade, foram provas, trabalhos escritos e apresentações, minhas leituras foram Piaget, Freud, Rousseau, Linguistica...

SETEMBRO 2013
15) História do mundo para crianças - Monteiro Lobato
16) Novelas do Decameron - Boccacci
17) O corsário negro - Emílio Salgari - Tradução e adaptação de Graciela Karman
18) Lendas de Outono - Jim Harrison - Tradução de 

OUTUBRO 2013
19)Detetive por acaso - Carlos de Marigny

NOVEMBRO 2013
20) A menina que roubava livros - Markus Zusak
21) Construtivismo: apontando falsas verdades - Annamaria Rangel

DEZEMBRO 2013
22)ADMIRÁVEL MUNDO NOVO - ALDOUS HUXLEY
23)NA VOLTA DA ESQUINA - MARIO QUINTANA
24)A ARTE DA GUERRA - SUN TZU



TOTAL DE LIVROS LIDOS EM 2013 = 24

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

2014

Feliz 2014.
Obrigada pela visita.

ENCONTRO E DESPEDIDAS
                          DE MILTON NASCIMENTO
                                        INTERPRETADA POR MARIA RITA
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
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