CONTADOR DE VISITAS

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

CONTOS DE NATAL

Um Conto de Natal

Charles Dickens

PRIMEIRA ESTROFE
O espectro de Marley

Para começar, digamos que Marley tinha morrido.
Neste particular, não pode haver absolutamente a menor dúvida; a ata dos seus funerais havia sido assinada pelo vigário, pelo sacristão, pelo homem da empresa funerária e pelas pessoas que haviam conduzido o féretro.
Scrooge também a tinha assinado. Ora, Scrooge era um nome bastante conhecido na Bolsa, e sua assinatura era um documento valioso, onde quer que ele a colocasse. O velho Marley estava tão morto como um prego de porta.
Perdão! Não quero dizer com isto que saiba por ...
CONTINUA EM http://www.klickeducacao.com.br/2006/arq_img_upload/paginas/4386/contos_de_natal.pdf

OU TAMBÉM O VÍDEO



Conto de Natal

Rubem Braga

Sem dizer uma palavra, o homem deixou a estrada andou alguns metros no pasto e se deteve um instante diante da cerca de arame farpado. A mulher seguiu-o sem compreender, puxando pela mão o menino de seis anos.
— Que é?
O homem apontou uma árvore do outro lado da cerca. Curvou-se, afastou dois fios de arame e passou. O menino preferiu passar deitado, mas uma ponta de arame o segurou pela camisa. O pai agachou-se zangado:
— Porcaria...
CONTINUA EM http://www.releituras.com/rubembraga_contonatal.asp


EM POR FIM...

CONTOS E LENDAS DE NATAL

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

RESUMO: Saberes docentes e Autonomia dos professores


CAMPOS, Casemiro de M. Saberes docentes e Autonomia dos professores. Petrópolis, RJ Vozes, 2007, ps.20 a 23 e os 23 a 29



SABERES DOCENTES E AUTONOMIA DOS PROFESSORES



O “Ser” professor é algo que expressa não somente a profissão ou o profissional, pois é inerente que a necessidades que acontecem em sala de aula exigem muito mais que uma simples prática, mas uma prática que tenha agregado em si o intuito, o criativo e o improviso.

Isso o professor aprende com dia-a-dia em sala de aula, com o imprevisto, com os acertos ou ainda aperfeiçoando seus métodos e didáticas.



Sobre a ação: antropologia cognitiva e ação situada



O professor refletindo sobre o meio em que está inserido e também o do educando, pode refletir sobre as causas de cada ação e nisto poder usar em suas aulas uma reação favorável ao teorizar seu conhecimento podendo objetivar uma prática.



Por uma epistemologia da prática



O conhecimento do professor é amplo, pois ele tem os saberes que são necessários em sala de aula juntamente com os saberes associado ao restante da escola.

O diálogo no ambiente educativo que contempla a totalidade, estabelece um conhecimento que pode ser associado à prática onde os acontecimentos são inesperados.

O professor deve ter o conhecimento teórico, mas deixando que a própria prática o ensine e o encaminhe para novas reflexões e novas pesquisas para ser novamente aplicada.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Devo Perdoar?

Não se arrependa do que diz e não perdoe se não quiser, ambas as partes são culpadas, ambas as partes são imperfeitas.
Não devemos ser aquilo que não queremos ser.
Quem disse que na hora da raiva eu não disse realmente o que eu queria dizer?
Quem disse que eu sou obrigada a me arrepender?
Quem disse que eu devo perdoar o que me disseram?
O mais importante é ignorar e continuar a vida, talvez as duas partes tenham razão.
A razão está sempre do meu lado, é assim que devemos ver, se não viverá uma vida de eternos arrependimentos, e na vida não há tempos para arrependimentos e preocupações com o passado.
Viva agora, quer conviver com os outros? Não retorne ao passado. Não espere que colocando o dedo na "ferida" do outro você seja parabenizado. Não recorde. Viva bem. Seja feliz consigo mesmo, não espere que a felicidade venha do outro.
A verdade talvez seja esta, aceita e concorda quem quiser, somos livres para ser feliz ou discutir a relação para o restos dos seus dias.
O que você quer?

I G N O R E, é o melhor para todos.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Obras de FIÓDOR DOSTOIÉVSKI em PDF

Eu, pessoalmente, não gosto de ler no computador, para mim, não há como o livro físico, mas para quem gosta...segue uma lista de Dostoiévski.










OS IRMÃOS KARAMAZOVI
http://cesarmangolin.files.wordpress.com/2010/08/dostoievski-fiodor-os-irmaos-karamazov-completo.pdf

O GRANDE INQUISIDOR
http://cesarmangolin.files.wordpress.com/2010/08/dostoievski-o-grande-inquisidor.pdf

NOITES BRANCAS
http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/noitesbrancas.pdf

CRIME E CASTIGO
http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/e-books/Fiodor%20Dostoievski-1.pdf

O IDIOTA
http://cesarmangolin.files.wordpress.com/2010/08/fiodor-dostoievski-o-idiota.pdf




Um abraço
E-mail: erica.macleo@gmail.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O que eu entendi das palestras sobre: “POLÍTICAS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEAS E OS IMPACTOS NA FORMAÇÃO E NO TRABALHO DOCENTE”



PALESTRAS: “POLÍTICAS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEAS E OS IMPACTOS NA FORMAÇÃO E NO TRABALHO DOCENTE”

Olinda Evangelista – UFSC

Jefferson Mainardes - UEPG



1ª Palestra

Olinda Evangelista- UFSC



O que a Palestrante enfatizou que se destacou para mim, como ouvinte?



Que as reformas estabelecidas pelo governo no Brasil, com o intuito de melhorar a educação a pobreza e em geral o ser humano, está muito vinculada a figura do professor(a) e a escola, como que se tudo pudesse ser resolvido apenas na escola, mas é colocado que é impossível o professor dar conta de ser um bom professor e cuidar de outras questões necessárias para uma sociedade em transformação e que seu governo deseja nivelar -se ao primeiro mundo.

Ela vê nesta relação uma precarização da escola, pois esta passa há não ser mais apenas o local que se adquire o conhecimento para saber e discernir, mas o local onde está a salvação para todos seus problemas.



2ª Palestra



Jefferson Mainardes – UEPG



Das 131 políticas educacionais no até final do governo Lula, o palestrante citou 3:



*IDEB

*Prova Brasil

*Provinha Brasil




Políticas de resultados

O processo de analise é complexo e de difícil análise, pois apresentam diagnósticos que trazem consequências negativas, por exemplo:

 Competição entre escolas;

 Estratificação de escolas, alunos e professores;

 Processos de exclusão de alunos;

 Avaliação e responsabilização pelos resultados



Os impactos do IDEB na vida escolar:

 Alteração no currículo escolar, isto é, o currículo passa a ser voltado para as provas de avaliação;

 Ênfase social e não justiça social;



Consequências:

 Preparação para as provas;

 Começa o interesse do governo em não reter muitos alunos em ciclos ou séries;

 Professores com pouca autoestima

 Padronização da rede de ensino;

 Uma ideia falsa de que a educação pública está melhorando

 Professores que no IDEB tem baixas notas, não recebem gratificação.



Isto tudo demonstra que a pesquisa feita pelo palestrante mostra uma política educacional igualmente voltada para responsabilizar o professor e a escola pela decadência do ensino.

----------//----------



Ambos palestrantes falam que essa política de resultados e não de qualidade, prejudica a todos, afinal podemos obter bons números em uma pesquisa através de provas e etc., mas na verdade não está representando a realidade escolar. Alem de responsabilizar apenas o final, isto é, responsabilizar professor e escola e isentando o governo da falta de repasse de verbas, poucos instrumentos de estudo nas escolas (bibliotecas, laboratórios...) e baixa remuneração dos professores (que na maioria das vezes não conseguem atualizar-se por falta de recursos).



Fim!






Um abraço

Obrigada

E-mail: erica.macleo@gmail.com

sábado, 8 de dezembro de 2012

RESUMO: O paradigma da sociedade informacional, global e em rede e seus desafios para a educação - MIGUEL ORTH

R E S U M O

O paradigma da sociedade informacional, global e em rede e seus desafios para a educação



Os desafios do professor para educar e preparar vai além do que ele mesmo aprendeu e aprende, pois ainda ele mesmo faz esse processo, o professor não teve um direcionamento de como fazê-lo com tantas necessidades a serem supridos.

A economia passou por diversas transformações o que ocasionou grande mudança no modo de pensar, porque a economia é influenciada pela novas tecnologias, pois se essa oferece mais, e a economia passa a trabalhar com essa diferença.

A sociedade nos últimas décadas passou a ter que se envolver mais no conhecimento, tecnologia, informação e comunicação. A globalização e informação mudaram o modo social de se viver, onde os meios de trabalho mudaram suas perspectivas e sua concepção, mas o mercado continua a trabalhar da mesma forma, apenas impulsionado pela rapidez do material e da informação, isto é, o mercado passou de local para global.

Além disso, a necessidade informacional supera a do saber – a busca da verdade, o saber se torna mais superficial onde o que precisamos é conhecer o fim e não os meios. E essa cultura não garante o futuro, pois há necessidade de atualizações continuas, com todas as técnicas, há uma escassez de recursos que não estão sendo trabalhados sustentavelmente.

A nova formação de professores e alunos deve ser baseada nesta reestruturação, mas não somente como o mercado direciona – entender apenas os fins – mas para que se possa entender o que se faz, o seu tempo e as conseqüências, isto é, entender a sociedade, responsabilidade educacional, valorização do professor a nível social, diminuir violência na sala de aula (descobrir as causas). Mas tudo isto leva a uma grande mudança pedagógica, principalmente por ter de se desfazer do modelo industrial.

A educação tem o dever de orientar para essa Sociedade da Informação e Comunicação, sem interferir em pilares necessários para própria humanidade, mas transformando e reconstruindo o saber.

O professor e a sociedade têm que rever os processos educacionais e não permitir uma estagnação ou diminuição na qualidade de ensino, assim preparando as novas gerações para os novos processos educativos.


BIBLIOGRAFIA
ORTH, M.A. O paradigma da sociedade informacional, global e em rede e seus desafios para a educação. In: Revista diálogo, n°11, jul-dez 2007, págs 15 a 30






FIM
ABRAÇOS E OBRIGADA!!!
e-mail: erica.macleo@gmail.com

Resumo: OS RUMOS DA EDUCAÇÃO NO MUNDO GLOBALIZADO

R E S U M O


OS RUMOS DA EDUCAÇÃO NO MUNDO GLOBALIZADO

A escola como se vê hoje teve em seus primórdios fases diferentes e foi se adaptando conforme as necessidades humanas, até a “tradicional” escola que temos hoje.

O que foi necessário na escola:

- socialização;

- conteúdos necessários;

- “aprendizagem”;

A escola, além de socializar os frequentadores, tem vários aspectos acrescentados conforme a necessidade e cultura. Ela transformou a sociedade e a si mesmo, passou do aspecto conservador, obteve a função de educar e fazer com que seus alunos construíssem ideias e um dos seus personagens centrais é o professor que orienta este pensamento.

Assim começa com uma característica que até mesmo no iluminismo se deseja – um saber libertário-, mas a escola termina se transformando em um saber que é comandado pelos interesses econômicos – aprende o necessário para fazer. E assim o mercado passa a manipular o conhecimento e o restante das relações humanas.

Já não é mais o único ambiente de aprendizagem, além disso, a escola também sofre com as exigências do mercado.

Inclusive, movimentos que consideravam a educação como base para o mundo empresarial a partir da década de 90, tanto a nível mundial como a nível Brasil. Com essas necessidades, o importante passou a ser o “saber fazer” e não apenas “conhecer”.

A questão do autor é: se a escola daqui em diante deverá se manter no “ensino de competências” ou irá contra essa necessidade mercadista privilegiando assim o social.

O professor desta forma fica fadado a atualizações negativas que apenas seguem o que o mercado estipula e não de um saber que abrange muito mais que apenas competência no fazer, mas um saber que possui em si “conhecimento, competência, habilidade e talento” (p.18)

O autor termina declarando que o professor é um profissional que vai se atualizando e reconhecendo a própria necessidade da sociedade, logo a escola não pode ceder às necessidades do mercado.

BIBLIOGRAFIA

CAMPOS, Casemiro de M. Saberes docentes e A Autonomia dos professores. Petrópoles, RJ, vozes, 2007, págs 11 a 19





Fim!


Um abraço
Obrigada
E-mail: erica.macleo@gmail.com

sábado, 1 de dezembro de 2012

Um grande sonho

Um grande sonho



Por esses dias houve a apresentação dos novos colegas, cada um disse seu nome e o que fez na vida, o quer fazer de sua vida, e eu, como sempre, disse que hoje ainda desejo ser professora (afinal, é por isso que estou fazendo outra licenciatura), mas foi simples deste jeito.

Meus colegas falaram sobre suas vontades, o que fizeram e o que fariam, alguns tinham ideias e sonhos “grandes” perto do meu.

Fiquei pensando sobre isso.

Meu sonho não é grande?

Meu desejo de lecionar no interior e talvez poder comprar um sítio perto da escola, ter meus livros e as pessoas que eu gosto a minha volta não é um grande sonho?

A resposta que eu achei para minhas perguntas foi: sim e não.

Meu sonho, não é um grande sonho, quando visto pelo lado capitalista, então posso responder:

- Meu sonho não é um grande sonho capitalista.

Também não é um grande sonho egocêntrico onde eu acredito que eu possa salvar ou mudar o mundo.

Já pensei assim quando era mais nova, hoje vejo que só podemos mudar e salvar nosso próprio mundo.

Nós podemos ser éticos, não podemos exigir que o outro seja ético.

Nós podemos ser o que quisermos, de bom ou ruim, e o próximo também, indiferentemente do que eu sou.

Eu como professora, desejo que ao menos um aluno lembre de mim como uma professora que lhe ensinou algo de bom para sua vida, e os outros se recordarem algum dia, que não seja por algo ruim.

E eu vejo isso como um grande sonho, um sonho humano e decente.

Uma pessoa que admiro em sua vida, mas sua obra eu não entendi em toda faculdade, foi Kant (e não foi por culpa dos professores e sim por que não me identifiquei com sua obra, afinal meus colegas entenderam e um está se tornando especialista). O pouco que li sobre a vida de Kant, foi que ele viveu a vida inteira onde nasceu, Könisberg, foi professor, leu muito e escreveu, conviveu com seus amigos em jantares e dizem que o mais longe que ele foi de sua cidade foram apenas 300 km.

Pensando assim, foi uma vida simples, e nem por isso ele deixou de ter uma grande importância para Filosofia.

O que eu quero dizer com isto? É que sermos ou não reconhecidos por algo, não depende muito de nossos sonhos, às vezes, nem de grandes atitudes. Se uma pessoa vai mudar algo na humanidade? Só o tempo poderá dizer e não os seus planos.

Somente o tempo poderá explicar a consequência de nossos atos.

Posso ser criticada por que os tempos eram outros, mas acredito na atemporalidade.

Se podemos ser assim, viver atemporal? Não totalmente.

Devemos viver nosso próprio tempo, mas não precisamos ser totalmente influenciados por ele.

Se essa é uma concepção conformista?

Também digo que não, pois não me conformo com muita coisa que vejo e também não estou conformada em não ser aceita da forma que sou, ou ter meus sonhos julgados pelos outros como grandes ou pequenos, afinal, cada um deve ser aquilo que é em sua essência. O ser é, em sua essência, aquilo que é, até mesmo quando muda de opinião.

Se eu vou mudar de opinião? E não sei.

Mas tenho certeza que tenho um grande sonho. Seja ele qual for.

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