CONTADOR DE VISITAS

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Things I like #Tirinhas

Uma das coisas mais interessantes e que gosto muito são as tirinhas.
A minha preferida é do Calvin e Haroldo (original Calvin e Hobbes - em homenagem aos filósofos) desenvolvida por Bill Watterson  .
São muito divertidas e sempre fazem a gente pensar, mesmo que a ironia do autor vá ao extremo.
Calvin é um menino muito ativo e incompreendido pelos pais, professores e colegas e por isso ele tem uma grande amizade com seu tigre de pelúcia, o qual fala somente com ele. É crítico e não entende muito as regras dos adultos e, às vezes, não entende nem seus próprios sentimentos em relação a amiguinha de classe e sua amizade com o tigre Haroldo. 
Segue dois exemplos abaixo que estão no site http://depositodocalvin.blogspot.com.br/
Há muito mais lá, deem uma olhada no link acima:


Outra tirinha genial é da Mafalda escrita e desenhada pelo cartunista argentino Quino.
Ela é caracterizada por uma menina preocupada com as questões humanas, desde as importantes como a política quanto a qualquer outra que demonstre as nossas tolices.
Encontra-se muitas tirinhas no blog http://clubedamafalda.blogspot.com.br/.
Segue abaixo duas tirinhas que você encontra lá.


O terceiro desta lista foi quem me influenciou a dar mais atenção as tirinhas e é muito conhecido aqui no Rio Grande do Sul, principalmente conhecido na região de Pelotas, o cartunista André Macedo que este ano de 2012 foi escolhido para ser Patrono da 40ª Feira do Livros de Pelotas.
Podemos encontrar seus famosos personagens Libório e Betinho no Jornal Diário Popular e no seu site http://www.andremacedo.com.br/. Betinho é um menino muito inteligente, mas que vive rodeado de pessoas simples que não entendem muito bem seu jeito, convive muito com seu tio Libório que dono de um "bar meio restaurante" que atende a clientela de um modo especial: se não gosta, apanha. Libório também não trata bem seu funcionário e não atende os anseios de sua esposa que vive procurando recursos médicos para entender ao seu marido e a si mesmo, às vezes até sua filha e o sobrinho servem para lhe aconselhar.
Segue abaixo duas tirinhas.

Obs: Esta é minha opinião sobre os personagens, não sei se é a descrição de seus autores.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O retrato de Dorian Gray - De Oscar Wilde, Suspense, terror e filosofia.

A primeira vez que ouvi falar no livro O retrato de Dorian Gray não estou "bem" lembrada, mas acredito que em 2010 quando vi um trailler de um filme baseado no livro.

De Oscar Wilde eu já havia ouvido falar, pois há muitas frases dele por aí.

Mas voltando a Dorian, eu vi o trailler do filme, mas não fiquei interessada em vê-lo, mas também não esqueci.

Pois agora em 2012 olhando alguns livros no sebo, a minha Mãe encontrou este livro em uma edição bem antiga (que são as melhores na minha opinião), resolvemos comprar.

É um ótimo livro, o que eu descrevo aqui não se comparará a obra, é um livros que vale ser lido, além de tratar sobre questões de narcisismo, tem muitas frases que nos fazem pensar sobre a contemplação da beleza da juventude eterna, afinal são problemas que hoje temos em nossa sociedade, a busca por uma eterna juventude.


Quando comecei a ler, fiquei surpresa, pois o livro falava muito na paixão que Dorian despertava tando em mulheres como em homens, sua beleza era tanta que ninguém passava sem admirá-lo.

Já no início do livro, seu amigo Basil (que tem uma profunda paixão "platônica" por Dorian) pinta um retrato seu.

Dorian conhece o amigo de Basil: Harry.

Harry é quem influencia todo o tempo Dorian (e Harry também o acha bonito).

Dorian começa, através de Harry, notar sua própria beleza e juventude e tudo que pode alcançar através desse "bem", mas percebe que logo perderá tudo isso, pois o tempo é imbatível a todos.

Quando contempla seu quadro pronto fica muito revoltado, pois ali será eterna sua beleza, mas ele ficará velho a olhar para o quadro...Em um impulso histérico deseja que o quadro envelheça e que ele fique jovem para sempre, mesmo que isso custe até mesmo sua alma.

SPOILER A PARTIR DAQUI


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O MERCADOR DE VENEZA - SHAKESPEARE e O AUTO DA COMPADECIDA - ARIANO SUASSUNA

Fiquei surpresa ao ler a peça teatral de Shakespeare "O Mercador de Veneza" (http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/mercador.pdf) e descobrir a semelhança com a obra (em uma passagem) com  "O Auto da Compadecida" de Ariano Suassuna escrito em 1955 (também uma peça teatral).

Bom, primeiro, tenho que dizer que não li o livro do Suassuna, na verdade eu vi o filme baseado em sua obra e acredito que o filme não iria ter anexado por livre espontânea vontade uma passagem de "O Mercador de Veneza".
Um dos personagens do Suassuana (no filme) tem um compromisso de uma dívida (acho que era uma dívida, não estou lembrando agora), e se não cumprisse este compromisso, o outro (o credor) poderia arrancar uma (tira de couro) do devedor, isto é, um pedaço de pele. E há um contrato, no qual o devedor não consegue cumprir e no ato de perder um "pedaço" seu...o seu amigo lhe salva com o argumento que no contrato só diz que o credor só poderá tirar uma "tira de pele" e não tem direito a uma gota de sangue, o que faz com que seu amigo seja salvo.
Pois é, no "Mercador de Veneza" também tem um contrato, onde o credor pede um libra (mais ou menos 450g) de carne do devedor se não for cumprido o contrato. Com o mesmo argumento o devedor é salvo.
Semelhanças a parte, O mercador de Veneza (escrito entre 1596 ou 1598, não se sabe ao certo) é muito interessante, pois ele mostra como a esposa rica e submissa na verdade é ardilosa e inteligente o bastante para salvar o amigo de seu marido, até foi uma grande descoberta na obra de Shakespeare, ver que as mulheres são pessoas fortes e buscam seus ideais mesmo na maioria das vezes sendo obrigadas a se vestir como homem para mostrar seu valor, o que na verdade, não desmeresse nenhuma delas, porque na época as mulheres eram tratadas como frágeis e doces. Mas das 18 peças que li, vi ao contrário...vi mulheres que mostraram força e inteligência.
No mínimo, mostra que Shakespeare era observador.
Se alguém leu a obra de Suassuana e puder me dizer se esta passagem do filme está na peça, vou ficar bem feliz...quando eu encontrar este livro vou direto nesta parte.
Se alguém me informar, ou se eu mesma encontrar este livro, vou confirmar aqui....

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Robinson Crusoé, de teimoso a engenhoso

Não sei se foi assim, não procurei saber, mas para mim "O Naúfrago" foi inspirado no Robinson Crusoé de Daniel Defoe, com umas mudanças, pois Tom Hanks ainda volta para casa jovem e bonito (no meu gosto), e o jovem Robinson Crusoé volta um velho para os padrões da época.

Afinal foram 27 anos em uma ilha, este sim foi um naúfrago, pois ele estava em um navio.

Mas vamos pelo princípio, ele -Robinson, afinal o título do post é Robinson - tem tudo para ficar em terra firme, e seus pais dão muito apoio para que tenha uma vida calma e feliz.

É claro, ele não se sente feliz, quer mais, quer conhecer o mundo e vai trabalhar em navios.

Na primeira tempestade se assusta muito e promete que se sair vivo irá voltar para terra firme e para o lado dos pais.  Tão logo passa a tempestade ele esquece da promessa e continua sua vida de liberdade...

Até que em uma dessas seu navio naufraga e todos morrem, menos ele que consegue chegar em uma ilha, onde ele se vê privado de quase tudo, a não ser do que consegue resgatar do navio naufragado.

Robinson, além de teimoso, é um homem de sorte e consegue ir se "ajeitando" com o que tem e com que surpreendentemente consegue com  a sorte ou a ajuda de Deus, pois até sementes que caem dos sacos que ele trás do navio, germinam e ele se alimenta do que dá na ilha.

A ilha possui frutas, madeira, água doce, animais que podem servir de alimento etc.

Vive por muitos anos solitariamente, não há presença de outros seres humanos na ilha, até que um dia ele percebe que o que mais ele queria lhe aparece como uma coisa detestável.

Viu uma pegada na areia, e não era sua.

Logo o que ele mais queria que era uma pessoa para conversar, agora temia por ser alguma pessoa que lhe pudesse fazer mal.

E eram.

Descobriu que selvagens estavam visitando sua ilha para fazer rituais antropofágicos (canibalismo), isto é, iriam comer os prisioneiros.

Ele salvou, um, depois outro, com a ajuda do primeiro que era um índio ao qual ele havia ensinado a falar sua língua e lhe tinha dado o nome de Sexta-feira.

Com todos os salvamentos ele conseguiu amigos que o ajudaram, e por fim, com a chegada de um navio voltou para sua terra depois de 27 ou 28 anos, seus pais não existiam mais, seus irmãos já haviam dividido a herança, pois acreditavam que o mesmo já tinha morrido.

Ele viveu com o dinheiro que havia guardado do navio naufragado.

Porque ler o livro? Porque fala de como ele sobreviveu e dá várias dicas de como viver se acaso você ficar perdido em uma ilha deserta...afinal nunca se sabe...


Imagens dos sites:
http://outros300.blogspot.com.br/2011/12/as-inesperadas-aventuras-de-robinson.html
http://mardehistorias.wordpress.com/2011/07/11/e-entao-apontei-para-o-mar/robinson-crusoe/

Se quiser comprar meu livro:
http://vendomeuslivrosusados.blogspot.com.br/
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...