CONTADOR DE VISITAS

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

CONTOS DE NATAL

Um Conto de Natal

Charles Dickens

PRIMEIRA ESTROFE
O espectro de Marley

Para começar, digamos que Marley tinha morrido.
Neste particular, não pode haver absolutamente a menor dúvida; a ata dos seus funerais havia sido assinada pelo vigário, pelo sacristão, pelo homem da empresa funerária e pelas pessoas que haviam conduzido o féretro.
Scrooge também a tinha assinado. Ora, Scrooge era um nome bastante conhecido na Bolsa, e sua assinatura era um documento valioso, onde quer que ele a colocasse. O velho Marley estava tão morto como um prego de porta.
Perdão! Não quero dizer com isto que saiba por ...
CONTINUA EM http://www.klickeducacao.com.br/2006/arq_img_upload/paginas/4386/contos_de_natal.pdf

OU TAMBÉM O VÍDEO



Conto de Natal

Rubem Braga

Sem dizer uma palavra, o homem deixou a estrada andou alguns metros no pasto e se deteve um instante diante da cerca de arame farpado. A mulher seguiu-o sem compreender, puxando pela mão o menino de seis anos.
— Que é?
O homem apontou uma árvore do outro lado da cerca. Curvou-se, afastou dois fios de arame e passou. O menino preferiu passar deitado, mas uma ponta de arame o segurou pela camisa. O pai agachou-se zangado:
— Porcaria...
CONTINUA EM http://www.releituras.com/rubembraga_contonatal.asp


EM POR FIM...

CONTOS E LENDAS DE NATAL

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

RESUMO: Saberes docentes e Autonomia dos professores


CAMPOS, Casemiro de M. Saberes docentes e Autonomia dos professores. Petrópolis, RJ Vozes, 2007, ps.20 a 23 e os 23 a 29



SABERES DOCENTES E AUTONOMIA DOS PROFESSORES



O “Ser” professor é algo que expressa não somente a profissão ou o profissional, pois é inerente que a necessidades que acontecem em sala de aula exigem muito mais que uma simples prática, mas uma prática que tenha agregado em si o intuito, o criativo e o improviso.

Isso o professor aprende com dia-a-dia em sala de aula, com o imprevisto, com os acertos ou ainda aperfeiçoando seus métodos e didáticas.



Sobre a ação: antropologia cognitiva e ação situada



O professor refletindo sobre o meio em que está inserido e também o do educando, pode refletir sobre as causas de cada ação e nisto poder usar em suas aulas uma reação favorável ao teorizar seu conhecimento podendo objetivar uma prática.



Por uma epistemologia da prática



O conhecimento do professor é amplo, pois ele tem os saberes que são necessários em sala de aula juntamente com os saberes associado ao restante da escola.

O diálogo no ambiente educativo que contempla a totalidade, estabelece um conhecimento que pode ser associado à prática onde os acontecimentos são inesperados.

O professor deve ter o conhecimento teórico, mas deixando que a própria prática o ensine e o encaminhe para novas reflexões e novas pesquisas para ser novamente aplicada.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Devo Perdoar?

Não se arrependa do que diz e não perdoe se não quiser, ambas as partes são culpadas, ambas as partes são imperfeitas.
Não devemos ser aquilo que não queremos ser.
Quem disse que na hora da raiva eu não disse realmente o que eu queria dizer?
Quem disse que eu sou obrigada a me arrepender?
Quem disse que eu devo perdoar o que me disseram?
O mais importante é ignorar e continuar a vida, talvez as duas partes tenham razão.
A razão está sempre do meu lado, é assim que devemos ver, se não viverá uma vida de eternos arrependimentos, e na vida não há tempos para arrependimentos e preocupações com o passado.
Viva agora, quer conviver com os outros? Não retorne ao passado. Não espere que colocando o dedo na "ferida" do outro você seja parabenizado. Não recorde. Viva bem. Seja feliz consigo mesmo, não espere que a felicidade venha do outro.
A verdade talvez seja esta, aceita e concorda quem quiser, somos livres para ser feliz ou discutir a relação para o restos dos seus dias.
O que você quer?

I G N O R E, é o melhor para todos.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Obras de FIÓDOR DOSTOIÉVSKI em PDF

Eu, pessoalmente, não gosto de ler no computador, para mim, não há como o livro físico, mas para quem gosta...segue uma lista de Dostoiévski.










OS IRMÃOS KARAMAZOVI
http://cesarmangolin.files.wordpress.com/2010/08/dostoievski-fiodor-os-irmaos-karamazov-completo.pdf

O GRANDE INQUISIDOR
http://cesarmangolin.files.wordpress.com/2010/08/dostoievski-o-grande-inquisidor.pdf

NOITES BRANCAS
http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/noitesbrancas.pdf

CRIME E CASTIGO
http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/e-books/Fiodor%20Dostoievski-1.pdf

O IDIOTA
http://cesarmangolin.files.wordpress.com/2010/08/fiodor-dostoievski-o-idiota.pdf




Um abraço
E-mail: erica.macleo@gmail.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O que eu entendi das palestras sobre: “POLÍTICAS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEAS E OS IMPACTOS NA FORMAÇÃO E NO TRABALHO DOCENTE”



PALESTRAS: “POLÍTICAS EDUCACIONAIS CONTEMPORÂNEAS E OS IMPACTOS NA FORMAÇÃO E NO TRABALHO DOCENTE”

Olinda Evangelista – UFSC

Jefferson Mainardes - UEPG



1ª Palestra

Olinda Evangelista- UFSC



O que a Palestrante enfatizou que se destacou para mim, como ouvinte?



Que as reformas estabelecidas pelo governo no Brasil, com o intuito de melhorar a educação a pobreza e em geral o ser humano, está muito vinculada a figura do professor(a) e a escola, como que se tudo pudesse ser resolvido apenas na escola, mas é colocado que é impossível o professor dar conta de ser um bom professor e cuidar de outras questões necessárias para uma sociedade em transformação e que seu governo deseja nivelar -se ao primeiro mundo.

Ela vê nesta relação uma precarização da escola, pois esta passa há não ser mais apenas o local que se adquire o conhecimento para saber e discernir, mas o local onde está a salvação para todos seus problemas.



2ª Palestra



Jefferson Mainardes – UEPG



Das 131 políticas educacionais no até final do governo Lula, o palestrante citou 3:



*IDEB

*Prova Brasil

*Provinha Brasil




Políticas de resultados

O processo de analise é complexo e de difícil análise, pois apresentam diagnósticos que trazem consequências negativas, por exemplo:

 Competição entre escolas;

 Estratificação de escolas, alunos e professores;

 Processos de exclusão de alunos;

 Avaliação e responsabilização pelos resultados



Os impactos do IDEB na vida escolar:

 Alteração no currículo escolar, isto é, o currículo passa a ser voltado para as provas de avaliação;

 Ênfase social e não justiça social;



Consequências:

 Preparação para as provas;

 Começa o interesse do governo em não reter muitos alunos em ciclos ou séries;

 Professores com pouca autoestima

 Padronização da rede de ensino;

 Uma ideia falsa de que a educação pública está melhorando

 Professores que no IDEB tem baixas notas, não recebem gratificação.



Isto tudo demonstra que a pesquisa feita pelo palestrante mostra uma política educacional igualmente voltada para responsabilizar o professor e a escola pela decadência do ensino.

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Ambos palestrantes falam que essa política de resultados e não de qualidade, prejudica a todos, afinal podemos obter bons números em uma pesquisa através de provas e etc., mas na verdade não está representando a realidade escolar. Alem de responsabilizar apenas o final, isto é, responsabilizar professor e escola e isentando o governo da falta de repasse de verbas, poucos instrumentos de estudo nas escolas (bibliotecas, laboratórios...) e baixa remuneração dos professores (que na maioria das vezes não conseguem atualizar-se por falta de recursos).



Fim!






Um abraço

Obrigada

E-mail: erica.macleo@gmail.com

sábado, 8 de dezembro de 2012

RESUMO: O paradigma da sociedade informacional, global e em rede e seus desafios para a educação - MIGUEL ORTH

R E S U M O

O paradigma da sociedade informacional, global e em rede e seus desafios para a educação



Os desafios do professor para educar e preparar vai além do que ele mesmo aprendeu e aprende, pois ainda ele mesmo faz esse processo, o professor não teve um direcionamento de como fazê-lo com tantas necessidades a serem supridos.

A economia passou por diversas transformações o que ocasionou grande mudança no modo de pensar, porque a economia é influenciada pela novas tecnologias, pois se essa oferece mais, e a economia passa a trabalhar com essa diferença.

A sociedade nos últimas décadas passou a ter que se envolver mais no conhecimento, tecnologia, informação e comunicação. A globalização e informação mudaram o modo social de se viver, onde os meios de trabalho mudaram suas perspectivas e sua concepção, mas o mercado continua a trabalhar da mesma forma, apenas impulsionado pela rapidez do material e da informação, isto é, o mercado passou de local para global.

Além disso, a necessidade informacional supera a do saber – a busca da verdade, o saber se torna mais superficial onde o que precisamos é conhecer o fim e não os meios. E essa cultura não garante o futuro, pois há necessidade de atualizações continuas, com todas as técnicas, há uma escassez de recursos que não estão sendo trabalhados sustentavelmente.

A nova formação de professores e alunos deve ser baseada nesta reestruturação, mas não somente como o mercado direciona – entender apenas os fins – mas para que se possa entender o que se faz, o seu tempo e as conseqüências, isto é, entender a sociedade, responsabilidade educacional, valorização do professor a nível social, diminuir violência na sala de aula (descobrir as causas). Mas tudo isto leva a uma grande mudança pedagógica, principalmente por ter de se desfazer do modelo industrial.

A educação tem o dever de orientar para essa Sociedade da Informação e Comunicação, sem interferir em pilares necessários para própria humanidade, mas transformando e reconstruindo o saber.

O professor e a sociedade têm que rever os processos educacionais e não permitir uma estagnação ou diminuição na qualidade de ensino, assim preparando as novas gerações para os novos processos educativos.


BIBLIOGRAFIA
ORTH, M.A. O paradigma da sociedade informacional, global e em rede e seus desafios para a educação. In: Revista diálogo, n°11, jul-dez 2007, págs 15 a 30






FIM
ABRAÇOS E OBRIGADA!!!
e-mail: erica.macleo@gmail.com

Resumo: OS RUMOS DA EDUCAÇÃO NO MUNDO GLOBALIZADO

R E S U M O


OS RUMOS DA EDUCAÇÃO NO MUNDO GLOBALIZADO

A escola como se vê hoje teve em seus primórdios fases diferentes e foi se adaptando conforme as necessidades humanas, até a “tradicional” escola que temos hoje.

O que foi necessário na escola:

- socialização;

- conteúdos necessários;

- “aprendizagem”;

A escola, além de socializar os frequentadores, tem vários aspectos acrescentados conforme a necessidade e cultura. Ela transformou a sociedade e a si mesmo, passou do aspecto conservador, obteve a função de educar e fazer com que seus alunos construíssem ideias e um dos seus personagens centrais é o professor que orienta este pensamento.

Assim começa com uma característica que até mesmo no iluminismo se deseja – um saber libertário-, mas a escola termina se transformando em um saber que é comandado pelos interesses econômicos – aprende o necessário para fazer. E assim o mercado passa a manipular o conhecimento e o restante das relações humanas.

Já não é mais o único ambiente de aprendizagem, além disso, a escola também sofre com as exigências do mercado.

Inclusive, movimentos que consideravam a educação como base para o mundo empresarial a partir da década de 90, tanto a nível mundial como a nível Brasil. Com essas necessidades, o importante passou a ser o “saber fazer” e não apenas “conhecer”.

A questão do autor é: se a escola daqui em diante deverá se manter no “ensino de competências” ou irá contra essa necessidade mercadista privilegiando assim o social.

O professor desta forma fica fadado a atualizações negativas que apenas seguem o que o mercado estipula e não de um saber que abrange muito mais que apenas competência no fazer, mas um saber que possui em si “conhecimento, competência, habilidade e talento” (p.18)

O autor termina declarando que o professor é um profissional que vai se atualizando e reconhecendo a própria necessidade da sociedade, logo a escola não pode ceder às necessidades do mercado.

BIBLIOGRAFIA

CAMPOS, Casemiro de M. Saberes docentes e A Autonomia dos professores. Petrópoles, RJ, vozes, 2007, págs 11 a 19





Fim!


Um abraço
Obrigada
E-mail: erica.macleo@gmail.com

sábado, 1 de dezembro de 2012

Um grande sonho

Um grande sonho



Por esses dias houve a apresentação dos novos colegas, cada um disse seu nome e o que fez na vida, o quer fazer de sua vida, e eu, como sempre, disse que hoje ainda desejo ser professora (afinal, é por isso que estou fazendo outra licenciatura), mas foi simples deste jeito.

Meus colegas falaram sobre suas vontades, o que fizeram e o que fariam, alguns tinham ideias e sonhos “grandes” perto do meu.

Fiquei pensando sobre isso.

Meu sonho não é grande?

Meu desejo de lecionar no interior e talvez poder comprar um sítio perto da escola, ter meus livros e as pessoas que eu gosto a minha volta não é um grande sonho?

A resposta que eu achei para minhas perguntas foi: sim e não.

Meu sonho, não é um grande sonho, quando visto pelo lado capitalista, então posso responder:

- Meu sonho não é um grande sonho capitalista.

Também não é um grande sonho egocêntrico onde eu acredito que eu possa salvar ou mudar o mundo.

Já pensei assim quando era mais nova, hoje vejo que só podemos mudar e salvar nosso próprio mundo.

Nós podemos ser éticos, não podemos exigir que o outro seja ético.

Nós podemos ser o que quisermos, de bom ou ruim, e o próximo também, indiferentemente do que eu sou.

Eu como professora, desejo que ao menos um aluno lembre de mim como uma professora que lhe ensinou algo de bom para sua vida, e os outros se recordarem algum dia, que não seja por algo ruim.

E eu vejo isso como um grande sonho, um sonho humano e decente.

Uma pessoa que admiro em sua vida, mas sua obra eu não entendi em toda faculdade, foi Kant (e não foi por culpa dos professores e sim por que não me identifiquei com sua obra, afinal meus colegas entenderam e um está se tornando especialista). O pouco que li sobre a vida de Kant, foi que ele viveu a vida inteira onde nasceu, Könisberg, foi professor, leu muito e escreveu, conviveu com seus amigos em jantares e dizem que o mais longe que ele foi de sua cidade foram apenas 300 km.

Pensando assim, foi uma vida simples, e nem por isso ele deixou de ter uma grande importância para Filosofia.

O que eu quero dizer com isto? É que sermos ou não reconhecidos por algo, não depende muito de nossos sonhos, às vezes, nem de grandes atitudes. Se uma pessoa vai mudar algo na humanidade? Só o tempo poderá dizer e não os seus planos.

Somente o tempo poderá explicar a consequência de nossos atos.

Posso ser criticada por que os tempos eram outros, mas acredito na atemporalidade.

Se podemos ser assim, viver atemporal? Não totalmente.

Devemos viver nosso próprio tempo, mas não precisamos ser totalmente influenciados por ele.

Se essa é uma concepção conformista?

Também digo que não, pois não me conformo com muita coisa que vejo e também não estou conformada em não ser aceita da forma que sou, ou ter meus sonhos julgados pelos outros como grandes ou pequenos, afinal, cada um deve ser aquilo que é em sua essência. O ser é, em sua essência, aquilo que é, até mesmo quando muda de opinião.

Se eu vou mudar de opinião? E não sei.

Mas tenho certeza que tenho um grande sonho. Seja ele qual for.

sábado, 24 de novembro de 2012

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA - PAULO FREIRE

Resumo de alguns pontos:

Capítulo I



Não há docência sem discência”

Paulo Freire fala sobre o aprender e ensinar, de como se pode “ensinar e aprender e aprender a ensinar”, que não devemos ser apenas o professor, mas sim o aluno. Que é necessário sempre a aperfeiçoamento e estar aberto à aprendizagem, mesmo que esta aprendizagem seja também em sala de aula com seus alunos.


Além de estar à frente de uma sala de aula, não podemos ser somente o professor que apenas repassa o que aprendeu, mas que ajuda o aluno a adquirir um conhecimento próprio, o autor ainda questiona o conhecimento bancário que se usou e se usa muito, onde o professor deposita um conhecimento pronto que o aluno e no final do mês “tira um extrato” daquilo que ensinou e esse conhecimento deve ser igual, sem questionamento.
A questão é não que o conservadorismo no ensino seja errado ou não, não é o principal questionamento, mas sim que haja no professor o aspecto progressista deve ser acrescentado para que o aluno não seja um mero “repetidor” de teorias e não acrescente nada em sua educação.

1.1– Ensinar exige rigorosidade metódica

Aprender sendo critico do próprio aprendizado é a forma de reconstruir em cima do que já foi construído, isto é, fazer ter a possibilidade de criar o novo com o que conhecemos.



Isto serve para a leitura que fazemos, que não deve ser uma leitura mecanicista, mas uma leitura que nos faça refletir sobre o que lemos e nos trazendo um pensamento crítico sobre a leitura.

 
1.2 - Ensinar exige pesquisa

“Pensar certo” para Paulo Freire é partir de um conhecimento simples e buscar através de pesquisas expandir e multiplicar este conhecimento, isto é, não permitir o erro. A buscar pelo conhecimento deve ser incessante e assim o professor deve ser – um eterno pesquisador – e ensinar aos seus alunos a serem pesquisadores.

 
1.7 – Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação

Pensar o novo não é excluir o antigo, mas rever seus métodos, por isso, o autor nos diz que não devemos ser educadores que apenas transmitem o conhecimento, mas que torne cada conhecimento um novo pensar, um pensar que não tenha preconceitos entre o novo e o antigo, e que façam de ambos proporcione o “pensar certo”, mesmo que no início apareçam equívocos.

 
2.3 – Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educado

O que nos diz o texto é que à necessidade de respeitar o outro em sua individualidade, isto é, perceber o aluno em suas diferenças estabelecendo diálogos que possam permitir que cada ser entenda o outro em sua autonomia. Aprender a respeitar e conhecer o outro, assim também se aprende.

 
Bibliografia:

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 37. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008. 148 p. (Coleção Leitura)



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Ponte para Terabítia - Katherine Paterson

Vi o filme "Ponte para Terabítia" duas vezes, o filme é bem feito, mas é triste.

Um dia, lendo sobre livros, vi um comentário dizendo: "o filme é melhor que o livro!"
Eu nem sabia que existia o livro, mas achei difícil um filme superar a obra em que foi baseada.
Então pensei (é o que sempre penso em relação a livros): "Quando encontrar este livro vou ler para tirar minhas próprias conclusões".
Por esses dias tive aula sobre literatura infantil, e a professora recomendou a autora Ana Maria Machado, fiquei interessada e procurei seus livros na faculdade, logo encontrei uma tradução que ela tinha feito e era "Ponte para Terabítia" de Katherine Paterson.
Peguei na biblioteca. Era 160 páginas, mas li tudo em um dia (no feriado), a leitura é fácil, afinal é um livro infanto-juvenil.
Como quase sempre acontece, as características físicas dos personagens são sempre diferentes dos livros, pois a menina é de cabelos escuros e no filme é loira e o menino tem cabelo cor de palha e no filme é castanho escuro e etc.
Mas o que muda muito é a maneira de ser dos personagens, pois o Jess no início filme é um menino retraído e distante de tudo o que é sentimento, e a menina Leslie é quem tem mais atitude de ser boa na "medida certa" - justa -.
No livro é o contrário as personalidades, ele é que faz a maioria das coisas interessantes que aparece no filme, inclusive ajudar a menina má da escola, pois é ele que pede a Leslie que vá consolá-la no banheiro. Além disso no livro, os sonhos de Terabítia são embalados por clássicos literários, pois ela (Leslie) fala sobre os livros que lê (ela é filha de escritores e não tem televisão em casa), eu gostaria que essa parte tivesse ido para o filme, iria estimular as juventude a ler.
Bom, no final, quando a Leslie morre, no filme é muito triste, mas no livro é confuso, pois ele é um menino e tem que agir como um menino, eu acredito que aquela narrativa do livro sobre tudo que ele pensa esta mais condizente com sua idade.
Recomendo que leia o livro e depois veja o filme. Os dois são bons.

Curiosidades sobre o livro e o filme: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-118164/curiosidades/

Se eu lembrar de mais alguma coisa, escrevo depois...

sábado, 10 de novembro de 2012

O sol também se levanta - Ernest Hemingway

Todos os livros que chegam até mim tem uma história, o livro "O sol também se levanta" de Ernest Hemingway não foi diferente.
Tudo começou com um filme que eu gosto muito, mas não recomendo, pois não agrada a todo mundo, porque ele não faz você cair em prantos e nem rir igual a uma hiena...e todas as pessoas que eu tenho falado sobre filmes querem ou rir ou chorar...ficar estático? Nem pensar.
Bom, o nome do filme é "Meia-noite em Paris" é do Woody Allen e tem aquele ator que era o dono do Marley do filme "Marley e eu".
Meia-noite em Paris é um filme que possui uma "finalidade" intrínseca: de  indicar vários autores da literatura, pintores e etc.
Um dos autores apresentados foi Ernest Hemingway, o qual o ator principal do filme é fã (havia outros literatos que ele também admirava), deste filme adquiri uma lista de livros que quero ler.
Em relação a Ernest Hemingway, o livro citado no filme foi "Paris é uma festa", mas quando fui ao sebo encontrei deste autor apenas o livro "O sol também se levanta" (título original: The Sun Also Rises).
Gostei do título, a capa não ajudava, mas o autor era tão comentado...

A história do livro:
Se passa com amigos que moram em Paris, mas que não são de Paris e sim dos EUA e Inglaterra.
Barnes (trabalha no jornal), Brett (tem relacionamentos amorosos), Robert (é escritor), Bill e Mike (o noivo de Brett).
Todos o homens que conhecem Brett, se apaixonam por ela, é uma mulher moderna para a época, apaixonasse sem limites (e vive as paixões até acabar, e acabam rápido), mas ela diz que ama apenas Barnes, mas eles não ficam juntos, ou ao menos é o que parece no final do livro.
Brett está se separando e é noiva de Mike, mas resolve ser amante de Robert e sempre pede conselhos a Barnes.
Um dia os quatro amigos (Barnes, Robert - agora amante de Brett-, Brett e o noivo mais Bill) resolvem ir a Espanha ver as touradas.
Confesso que essa parte é muito cansativa, a não ser quando há as discussões quando estão bêbados, na verdade a maioria do tempo eles estão bêbados.
O principal é a indecisão de Brett e a capacidade dela fazer os homens a sua volta parecerem todos uns tolos, que a seguem como cachorrinhos.
Um deles chega a compará-la a Circe (que transforma todos os homens em porcos).
No final ela se apaixona por um toureiro - que eu fiquei torcendo para o touro, para dar mais emoção ou ver como a Brett reagiria, mas nada disso aconteceu...
Os amigos voltam para suas cidades, Brett foge com o toureiro, o noivo vai embora, o amante já foi embora a muito tempo (depois de ter batido em todo mundo e ter provado desta forma que realmente sabia boxe), o outro amigo -o Bill- vai embora, mas Barnes resolve voltar para passar uns dias em San Sebastián e recebe uma carta de Brett, ele vai de encontro dela em Madri. Ela diz que esta sozinha e pede ajuda a ele, diz que não deu certo com o toureiro, eles pegam um táxi, e se abraçam...e ela diz que vai voltar para o noivo.

E fim.

Esse fim foi ruim (na minha opinião), não é por acaso que levei 9 dias para ler um livro tão pequeno, acho que não comecei pela melhor obra de Hemingway, quando eu encontrar "Paris é uma festa" comprarei e lerei (é claro), pode ser que seja bem melhor, não consegui ver muita lógica neste livro. Talvez não tenha lógica, talvez seja apenas o estilo de Ernest. Os personagens pareciam pessoas perdidas e terminam deixando o leitor perdido com tanta falta do que fazer, sem interesse maior pela vida. Talvez por que tenham se conhecido durante a Primeira Guerra Mundial ficaram um pouco "perdidos".

Porque ler este livro?
Para conhecer como são as touradas, eu não sabia quase nada a respeito disto, também não sei se continuam assim, pois o livro se passa na década de 20 ou 30.
Para conhecer o psicológico de pessoas com educação (escolar) em uma época que não se tinha muito acesso, percebesse que eram modernos, não tinham muitos pudores.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Things I like #Tirinhas

Uma das coisas mais interessantes e que gosto muito são as tirinhas.
A minha preferida é do Calvin e Haroldo (original Calvin e Hobbes - em homenagem aos filósofos) desenvolvida por Bill Watterson  .
São muito divertidas e sempre fazem a gente pensar, mesmo que a ironia do autor vá ao extremo.
Calvin é um menino muito ativo e incompreendido pelos pais, professores e colegas e por isso ele tem uma grande amizade com seu tigre de pelúcia, o qual fala somente com ele. É crítico e não entende muito as regras dos adultos e, às vezes, não entende nem seus próprios sentimentos em relação a amiguinha de classe e sua amizade com o tigre Haroldo. 
Segue dois exemplos abaixo que estão no site http://depositodocalvin.blogspot.com.br/
Há muito mais lá, deem uma olhada no link acima:


Outra tirinha genial é da Mafalda escrita e desenhada pelo cartunista argentino Quino.
Ela é caracterizada por uma menina preocupada com as questões humanas, desde as importantes como a política quanto a qualquer outra que demonstre as nossas tolices.
Encontra-se muitas tirinhas no blog http://clubedamafalda.blogspot.com.br/.
Segue abaixo duas tirinhas que você encontra lá.


O terceiro desta lista foi quem me influenciou a dar mais atenção as tirinhas e é muito conhecido aqui no Rio Grande do Sul, principalmente conhecido na região de Pelotas, o cartunista André Macedo que este ano de 2012 foi escolhido para ser Patrono da 40ª Feira do Livros de Pelotas.
Podemos encontrar seus famosos personagens Libório e Betinho no Jornal Diário Popular e no seu site http://www.andremacedo.com.br/. Betinho é um menino muito inteligente, mas que vive rodeado de pessoas simples que não entendem muito bem seu jeito, convive muito com seu tio Libório que dono de um "bar meio restaurante" que atende a clientela de um modo especial: se não gosta, apanha. Libório também não trata bem seu funcionário e não atende os anseios de sua esposa que vive procurando recursos médicos para entender ao seu marido e a si mesmo, às vezes até sua filha e o sobrinho servem para lhe aconselhar.
Segue abaixo duas tirinhas.

Obs: Esta é minha opinião sobre os personagens, não sei se é a descrição de seus autores.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O retrato de Dorian Gray - De Oscar Wilde, Suspense, terror e filosofia.

A primeira vez que ouvi falar no livro O retrato de Dorian Gray não estou "bem" lembrada, mas acredito que em 2010 quando vi um trailler de um filme baseado no livro.

De Oscar Wilde eu já havia ouvido falar, pois há muitas frases dele por aí.

Mas voltando a Dorian, eu vi o trailler do filme, mas não fiquei interessada em vê-lo, mas também não esqueci.

Pois agora em 2012 olhando alguns livros no sebo, a minha Mãe encontrou este livro em uma edição bem antiga (que são as melhores na minha opinião), resolvemos comprar.

É um ótimo livro, o que eu descrevo aqui não se comparará a obra, é um livros que vale ser lido, além de tratar sobre questões de narcisismo, tem muitas frases que nos fazem pensar sobre a contemplação da beleza da juventude eterna, afinal são problemas que hoje temos em nossa sociedade, a busca por uma eterna juventude.


Quando comecei a ler, fiquei surpresa, pois o livro falava muito na paixão que Dorian despertava tando em mulheres como em homens, sua beleza era tanta que ninguém passava sem admirá-lo.

Já no início do livro, seu amigo Basil (que tem uma profunda paixão "platônica" por Dorian) pinta um retrato seu.

Dorian conhece o amigo de Basil: Harry.

Harry é quem influencia todo o tempo Dorian (e Harry também o acha bonito).

Dorian começa, através de Harry, notar sua própria beleza e juventude e tudo que pode alcançar através desse "bem", mas percebe que logo perderá tudo isso, pois o tempo é imbatível a todos.

Quando contempla seu quadro pronto fica muito revoltado, pois ali será eterna sua beleza, mas ele ficará velho a olhar para o quadro...Em um impulso histérico deseja que o quadro envelheça e que ele fique jovem para sempre, mesmo que isso custe até mesmo sua alma.

SPOILER A PARTIR DAQUI


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O MERCADOR DE VENEZA - SHAKESPEARE e O AUTO DA COMPADECIDA - ARIANO SUASSUNA

Fiquei surpresa ao ler a peça teatral de Shakespeare "O Mercador de Veneza" (http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/mercador.pdf) e descobrir a semelhança com a obra (em uma passagem) com  "O Auto da Compadecida" de Ariano Suassuna escrito em 1955 (também uma peça teatral).

Bom, primeiro, tenho que dizer que não li o livro do Suassuna, na verdade eu vi o filme baseado em sua obra e acredito que o filme não iria ter anexado por livre espontânea vontade uma passagem de "O Mercador de Veneza".
Um dos personagens do Suassuana (no filme) tem um compromisso de uma dívida (acho que era uma dívida, não estou lembrando agora), e se não cumprisse este compromisso, o outro (o credor) poderia arrancar uma (tira de couro) do devedor, isto é, um pedaço de pele. E há um contrato, no qual o devedor não consegue cumprir e no ato de perder um "pedaço" seu...o seu amigo lhe salva com o argumento que no contrato só diz que o credor só poderá tirar uma "tira de pele" e não tem direito a uma gota de sangue, o que faz com que seu amigo seja salvo.
Pois é, no "Mercador de Veneza" também tem um contrato, onde o credor pede um libra (mais ou menos 450g) de carne do devedor se não for cumprido o contrato. Com o mesmo argumento o devedor é salvo.
Semelhanças a parte, O mercador de Veneza (escrito entre 1596 ou 1598, não se sabe ao certo) é muito interessante, pois ele mostra como a esposa rica e submissa na verdade é ardilosa e inteligente o bastante para salvar o amigo de seu marido, até foi uma grande descoberta na obra de Shakespeare, ver que as mulheres são pessoas fortes e buscam seus ideais mesmo na maioria das vezes sendo obrigadas a se vestir como homem para mostrar seu valor, o que na verdade, não desmeresse nenhuma delas, porque na época as mulheres eram tratadas como frágeis e doces. Mas das 18 peças que li, vi ao contrário...vi mulheres que mostraram força e inteligência.
No mínimo, mostra que Shakespeare era observador.
Se alguém leu a obra de Suassuana e puder me dizer se esta passagem do filme está na peça, vou ficar bem feliz...quando eu encontrar este livro vou direto nesta parte.
Se alguém me informar, ou se eu mesma encontrar este livro, vou confirmar aqui....

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Robinson Crusoé, de teimoso a engenhoso

Não sei se foi assim, não procurei saber, mas para mim "O Naúfrago" foi inspirado no Robinson Crusoé de Daniel Defoe, com umas mudanças, pois Tom Hanks ainda volta para casa jovem e bonito (no meu gosto), e o jovem Robinson Crusoé volta um velho para os padrões da época.

Afinal foram 27 anos em uma ilha, este sim foi um naúfrago, pois ele estava em um navio.

Mas vamos pelo princípio, ele -Robinson, afinal o título do post é Robinson - tem tudo para ficar em terra firme, e seus pais dão muito apoio para que tenha uma vida calma e feliz.

É claro, ele não se sente feliz, quer mais, quer conhecer o mundo e vai trabalhar em navios.

Na primeira tempestade se assusta muito e promete que se sair vivo irá voltar para terra firme e para o lado dos pais.  Tão logo passa a tempestade ele esquece da promessa e continua sua vida de liberdade...

Até que em uma dessas seu navio naufraga e todos morrem, menos ele que consegue chegar em uma ilha, onde ele se vê privado de quase tudo, a não ser do que consegue resgatar do navio naufragado.

Robinson, além de teimoso, é um homem de sorte e consegue ir se "ajeitando" com o que tem e com que surpreendentemente consegue com  a sorte ou a ajuda de Deus, pois até sementes que caem dos sacos que ele trás do navio, germinam e ele se alimenta do que dá na ilha.

A ilha possui frutas, madeira, água doce, animais que podem servir de alimento etc.

Vive por muitos anos solitariamente, não há presença de outros seres humanos na ilha, até que um dia ele percebe que o que mais ele queria lhe aparece como uma coisa detestável.

Viu uma pegada na areia, e não era sua.

Logo o que ele mais queria que era uma pessoa para conversar, agora temia por ser alguma pessoa que lhe pudesse fazer mal.

E eram.

Descobriu que selvagens estavam visitando sua ilha para fazer rituais antropofágicos (canibalismo), isto é, iriam comer os prisioneiros.

Ele salvou, um, depois outro, com a ajuda do primeiro que era um índio ao qual ele havia ensinado a falar sua língua e lhe tinha dado o nome de Sexta-feira.

Com todos os salvamentos ele conseguiu amigos que o ajudaram, e por fim, com a chegada de um navio voltou para sua terra depois de 27 ou 28 anos, seus pais não existiam mais, seus irmãos já haviam dividido a herança, pois acreditavam que o mesmo já tinha morrido.

Ele viveu com o dinheiro que havia guardado do navio naufragado.

Porque ler o livro? Porque fala de como ele sobreviveu e dá várias dicas de como viver se acaso você ficar perdido em uma ilha deserta...afinal nunca se sabe...


Imagens dos sites:
http://outros300.blogspot.com.br/2011/12/as-inesperadas-aventuras-de-robinson.html
http://mardehistorias.wordpress.com/2011/07/11/e-entao-apontei-para-o-mar/robinson-crusoe/

Se quiser comprar meu livro:
http://vendomeuslivrosusados.blogspot.com.br/

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Balzac e duas de suas mulheres


"Uma visita amigável" (1895), William Merritt Chase

Quando iniciei a ler Eugenia Grandet pensei: "puxa", que garota sem sal, tudo obedece, se apaixona fácil, espera dez anos para reencontrar seu grande amor...mas a partir daí é que há uma reviravolta e ela se transforma em uma mulher admirável, pois quando esse amor voltou e se mostrou esquecido de seus sentimentos, achei que ela iria fazer de tudo para reconquistá-lo ainda mais que havia ficado rica, mas ela vendo que ele tinha virado um interesseiro, e que queria se casar com uma moça da cidade grande, ela envia dote suficiente para que ele se case com essa tal mulher e Eugenia se casa com um grande amigo que gosta muito dela e a respeita muito.
Os dois constroem junto uma grande fortuna, ela fica viúva e sozinha. Teve um amor digno.
Odeio mocinhas que fazem de tudo para ficar com o "príncipe".

Já na obra  A Mulher de Trinta Anos foi diferente, estava esperando algo muito interessante, afinal já cheguei nos 30 e esperava algo...não sei o que esperava...algo que não era o que tinha no livro.
A Júlia, que é a mulher de 30, começa jovem e mimada. Seu pai lhe dá conselhos que ela não escuta, inclusive de não casar com quem ela casa.

Ela não é feliz, na verdade o esposo não é tão ruim. Ela desperta uma paixão em um inglês ao qual se aproxima dela e convive com ela e o marido, afim de curá-la de sua eterna depressão. Eles se apaixonam e ela tem uma filha do marido a qual ela não dá a mínima importância.
E ela não foge com ele dando a desculpa que é mãe.
O inglês morre e ela (entrelinhas) culpa a filha de 5 anos por isso ao resto da vida.
Aos 30 em sua eterna depressão ela desperta o amor de um outro homem, o qual eu entendo que ela tem relações físicas com ele. Esse cara vive o resto da vida na volta. Ela tem outros filhos e não sei se algum não é desse amante. Mas ela segue com o marido.
Até que um dia quando a Helena tem 16 anos (é a filha mais velha) e ela tem ciúmes da filha, chega um assassino em sua casa e a menina resolve ir embora com ele e vai, e a mãe nem se importa.

Ainda bem que o cara é bom.(só lendo para entender)
Depois o pai descobre que a filha está bem.
No final ela reve a filha já na hora da morte de Helena que tinha sobrevivido a um naufrágio e que estava muito mal, ela não pede perdão e ainda fala para filha mais nova a qual ela adora que Helena morreu tentando dizer que "longe da mãe nunca se é feliz".

Imagina uma coisa dessas, ela é muito "cara de pau", ela só fala isso para tentar colocar a filha mais nova em suas mãos. Ela não tem nenhum sentimentos pelos outros filhos que já morreram e deixaram netos, ela não tem sentimentos pelos netos.
A filha mais nova casa com um homem muito rico, e que não fica muito tempo em sua casa, então, ela começa ser amante do filho do último amante de sua mãe.

Júlia fica louca com isto, pois acredita que sua filha será descoberta e perderá todas as regalias.
E sua filha mais nova diz: Achei que você só tinha ciúmes do pai e não do filho.
Nisso, Júlia, sai porta a fora e morre.
Até é bem triste esse final, dei uma choradinha, Balzac soube tocar em um ponto triste, mas a Júlia merecia esse final de desprezo da filha mais amada.
Bom o que eu queria falar e terminei contando os livros é: eu esperava mais da mulher de 30, já que Eugenia tinha sido uma pessoa forte no final, este livro não é um grande consolo para as mulheres de trinta.
Na verdade, o que os especialistas dizem é que a mulher de trinta anos é também tão  apaixonante quanto a de 15 anos, isto é, foi apaixonante ao longo dos seus anos.
Embora, no meu conceito, ela tenha sido muito má.

P.S. recomendo para quem estuda sociologia e psicologia.


Imagem do site: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2008/06/15/pintura-uma-visita-amigavel-de-william-merritt-chase-108477.asp

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Nada mais me espanta! "na tv"

Já ouvi falar: "você deve se espantar sempre", pois é a reação que você terá em cima deste acontecimento que poderá mudar as situações que encontramos.

Mas quando assisto a TV aberta não estou mais me surpreendendo, a qualidade dos programas cai a cada dia e se mantém - de canal a canal- fazendo a mesma coisa.

O que realmente acontece é que são muitas pessoas que discordam disto, a maioria gosta deste tipo de programação, gostam de ouvir músicas com 3 frases, modelinho de programa é aquele que tem encontros de pessoas totalmente desconhecida para começar um namoro (se você perceber um tem ego maior que o outro), entrevistas com celebridades efêmeras que tem pouco a acrescentar.

Quais os valores que nos acrescentam esta programação?

Que você tem que ser magro!

Que você tem que andar quase nu!

Que você tem que expor sua intimidade para o Brasil todo!

Que você NÃO precisa estudar, você precisa é dar um jeito no cabelo, na maquiagem e no corpo.

Tanto faz se você não sabe a diferença entre concerto e conserto.

Você vai em um programa, mostra sua barriga tanquinho e umas mulheres gritam. Ambas as partes estão com a vida arrumada.

Parabéns! 
"Duvidar de Deus também é uma forma de acreditar nele"
Pascal

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

CHEGA DE TRILOGIA!

Os jovens de hoje estão fascinados por trilogia, todos os sucessos atuais são trilogia, mas minha dúvida é: porque este gênero faz tanto sucesso?

Já faz algum tempo que as pessoas deixaram de gostar de ler, afinal estão ocupadas, e tem vários desvios para não pegar um livro: tv, internet, músicas...

Mas elas acreditam que hoje estão lendo mais...mas não estão, estão lendo um livro que leva a outro livro, isto é, porque todo mundo lê este tipo de literatura - que você já cansou de ver a versão em filme na tv ou cinema - está acreditando agora que é um leitor esmerado e que lê "pra caramba".

Não está.

Esse tipo de literatura é fraca, não tem vocabulário rebuscado. Não te ensina algo sobre o mundo real, é só um quantidade de seres mitológicos que nem tem as características idealizadas.

Aí você sai por aí dizendo que vampiro é 'bonzinho". Essa não é a descrição deste ser irreal.

Mas tudo bem. Vale como leitura, melhor estes do que nada, mas é necessário que se "saia" deste tipo de livros e procure diversificar os conhecimentos.

Use mais o dicionário.

Leia livros de séculos diferentes, décadas diferentes.

Conheça a gênese das teorias.

Conheça o autor, porque ele escreve desta forma? O que se passa com ele? Ele quer ficar rico? Ele quer ser um escritor reconhecido? O que ele quer da vida? O que ele faz de sua vida? Por incrível que pareça esse é um detalhe importante de uma boa obra.

Procure mais, conheça mais. Com certeza será muito bom para todos nós.

sábado, 25 de agosto de 2012


"A caridade deve ser anônima, do contrário é vaidade".
Ditado Judáico.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Competência é nunca errar?

Competência: "desempenhar bem alguma tarefa".

Mas ser competente é somente desempenhar? E quando se desempenha 1000 vezes bem alguma tarefa e na 1001 erramos, deixamos de ser competente?

O mercado nos exige este atributo, mas também deseja um profissional ágil e de 1001 utilidades.

Ser ágil requer conhecer o trabalho que está sendo feito, mas mesmo assim, algumas vezes estamos tão acostumados a fazer algo que deixamos falhas...

É nesta hora que mostramos a competência!

Mas na hora do erro?

Sim.

Você sabe ou não sabe sobre aquilo que faz? Se conhece profundamente o seu setor, sabe como corrigir o erro, a diferença entre um profissional competente e outro não, é conhecer o que faz.

É saber que o ditado mais comum nestes casos é "nesta vida tudo tem jeito...".

Só não sabe dar um jeito, quem não conhece.

Todo mundo erra, principalmente, quem muito faz. Quem tem muitas responsabilidades, mais dia, menos dia...aparecerá algo para resolver.

Erro seu, erro do seu colega, erro do seu chefe...

Não há como não errar de vez enquando, até conheço pessoas que não erram, mas que fazem o trabalho de 10 minutos em 5 dias.

E sinceramente, este profissional, ninguém deseja...

Conheça o que faz, e será o profissional mais admirado.

domingo, 19 de agosto de 2012

OS LIVROS QUE EU NÃO RECOMENDARIA

Quando leio os títulos de dicas de livros, vou direto ao site ver a novidades do momento, mas algumas pessoas que indicam livros demonstram mais inclinação a publicidade do que a indicação de bons livros. 
É claro que devemos incentivar novos leitores e principalmente novos escritores, mas criticar os clássicos e chamá-los de "chatos" e de "difícil leitura" é uma forma equivocada de começar a indicar uma nova literatura.

Os Artilheiros - 1893-95
Óleo sobre tela
Tam: 79,1 x 98,9 cm

Henri-Julien-Félix Rousseau
Primeiro, os clássicos não são impossíveis de ler, a não ser que você seja tão preguiçoso que não possa pegar um dicionário para ver umas dez palavras (e aprender alguma coisa diferente), se não puder fazer isso, então desista, pois para qualquer estudo é necessário alguma dedicação, se não tens um pouco de persistência com um livro, imagina no seu trabalho, faculdade, etc. 
Os clássicos devem ser lidos, pois não estamos lendo apenas um romance, mas a história daquele momento, as atividades sociais daquelas pessoas, o contexto social, suas dúvidas, seus desejos, sonhos e também como o lado psicológico do autor afeta o desenvolvimento de sua obra, nisso podemos nos perguntar: Há alguma semelhança com os dias de hoje? Existiram evoluções até nossos dias?
Segundo, devemos tomar cuidado com o que estamos adquirindo hoje em dia, algumas obras são modismos e "febres" passageiras e que não acrescentam muita coisa, até porque são tão semelhantes, e com fórmulas tradicionais para serem apenas comerciais.
É por isso, que eu não concordo com o autor das dicas do link abaixo.
Mas, cada um tem sua opinião.
Logo, eu tenho a minha. 
E o autor deste link tem a dele.

sábado, 11 de agosto de 2012

E "OS CÃES LADRAM"

A irresponsabilidade com os animais adotados ou comprados está de forma desumana, para nós animais racionais que decidimos ter animais de estimação. Eu não tenho. Mas me vejo "obrigada" a dar atenção e alimento para os animais que as pessoas adotam quando pequenos e soltam para rua quando grandes e pior, se você pede que o dê para você ainda ficam de mal.
Primeiro, a obrigação que tenho é porque não podemos deixar de dar atenção ao um animalzinho que está pedindo, e da minha parte, eu gosto de animais, são carinhosos e afetuosos por tão pouco.
Fico decepcionada é com o pouco interesse e comprometimento com um ser. Bom, hoje em dia, as pessoas mal sabem cuidar de seus filhos, imagina do resto do mundo?!
Por favor, cuide de quem precisa de você.
Embora 99% das pessoas que lerem até o final este texto, provavelmente, tem consciência de seus deveres como cidadão, como pessoas, como ser humano e não tem atitudes sem escrúpulos.
P.S. Usei o título do livro "Os Cães ladram" de Truman Capote.
Livro que não li, por enquanto.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O ROCK ANGLO-SAXÃO E NÓS OS LATINOS

O Rock surgiu nos Estados Unidos, e logo atravessou fronteiras que fizeram deste estilo musical um dos mais conhecidos universalmente. E é claro que mesmo após muitos anos terem passado e muitos países produzirem suas próprias bandas de rock, ainda o rock da américa do norte é um dos mais citados entre os fãs de qualquer nacionalidade.

Algumas pessoas são contra a idolátria do rock estadiunidense, na verdade, eu sou contra qualquer tipo de idolátria, mas não devemos ser hipócritas: o rock dos ianques é bom.

É bom por que lá foi sua origem, afinal, eu não gostaria que um norte-americano fosse melhor compositor de Bossa Nova do que os brasileiros. Isto seria crítico.

Gosto do rock inglês, alemão e o nosso próprio som. Mas devemos ser livres para dizer de qual gostamos mais, e não levar os gosto para o nacionalismo extremo.

domingo, 5 de agosto de 2012

Todos os livros do mundo

Eu tenho um problema, não posso ver livros que desejo imediatamente comprá-los. A livraria ou sebo para mim é algo incrível, mas ao mesmo tempo desesperadora, pois não posso levar todos os livros que me agradam e que eu acho que ficariam muito bem na minha estante e depois no meu criado-mudo. Acredito que esse meu sentimento com os livros seja parecido com o sentimento que algumas pessoas tem por sapato.
Nós sabemos que não vamos ler todos ao mesmo tempo (e nem usar todos sapatos), mas mesmo assim a vontade de levá-los para casa é tentadora.
Ainda bem que existem os sebos, pois senão a conta seria muito grande, os livros novos estão muito caros, mesmo já tendo ficado um pouco mais acessível. Na verdade, ainda é caro para quem não se contenta e levar apenas um.
Ontem mesmo fui na livraria aqui da minha cidade, o livro mais barato era R$19,90 e não era grande coisa, os mais interessantes eram a partir de R$39,90.
Não comprei nenhum.
Resolvi procurar nos sites de livros novos que tem entrega grátis e nos sebos virtuais.
Em qualquer um dos dois a diferença é absurda, mesmo nos livros novos.
Embora as versões mais antiga dos clássicos sejam bem melhores.
Comecei a perceber quando li "Esaú e Jacó" de Machado de Assis, comprei em um sebo uma versão antiga, ótima, mas não percebi que faltavam as últimas páginas. Foi aí que resolvi comprar uma versão nova e baratinha para poder terminá-lo e percebi que nesta não havia 1% das informações que a outra possuia. Por isto que essas versões, às vezes, são tão baratas, não tem rodapé e outras vantagens, algumas até resumidas. Concluindo, se aprende pouco.
Por isso recomendo: se encontrar em algum sebo, um livrinho amarelado com todas as páginas de algum dos clássicos, vale pagar por ele, são mais completos e irão agregar mais conhecimento.

domingo, 15 de julho de 2012

O MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS

O SBT fez uma pergunta ao povo brasileiro: Qual "O maior brasileiro de todos os tempos?" http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro/ , tenho impressão que o povo não entendeu.
Fiquei indignada, as pessoas não sabem diferenciar um ícone histórico, alguém que tenha feito algo pelo nosso Brasil e que isto não será esquecido facilmente com celebridades instantâneas que daqui a 30 anos ninguém mais lembrará, nem mesmo quem votou.
Só para entender o que eu estou falando, Jorge Amado e Carlos Chagas perderam para Luan Santana, Ivete Sangalo, Dedé do Vasco e Tiririca.
Peço que olhem com atenção e responda: o que todas essas 60 pessoas fizeram? o que elas representam para todos nós? qual sua importância agora? e qual será sua importância daqui a 30 anos?
Essa votação foi importante, assim entendo porque temos esses políticos.
Porque a maioria não sabe votar.
P.S. ainda falta 40 pessoas, tenho medo dos 10 primeiros lugares...

100 Maiores Britânicos (pesquisa da BBC, 2002)
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Greatest_Britons_spin-offs

O Maior americano
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Greatest_Britons_spin-offs

VEJA OUTROS PAISES
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Greatest_Britons_spin-offs
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