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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

RESUMO: "CIÊNCIA: NATUREZA E OBJETIVO; DE ERNEST NAGEL

TWITTER: @ericamacleo

RESUMO

CIÊNCIA: NATUREZA E OBJETIVO




ERNEST NAGEL




O autor aborda os aspectos da ciência em que acredita ser necessário uma reflexão sobre o que é ciência e qual é sua finalidade, destacando três etapas:


1) Destaque para o controle da natureza: a ênfase com que é tratado o estudo cientifico para o controle das coisas naturais, desvia um pouco o olhar do ser humano para o que realmente é a ciência, isto é, transforma ao olhar do leigo sobre a pesquisa como fonte apenas de soluções dos problemas humanos, o que foge do verdadeiro aspecto cientifico.


2) Ciência como verdade: embora a ciência seja indubitavelmente mais precisa que o senso comum e ajude a liberar o ser humano de suas crenças, ela trás respostas satisfatórias, o que não quer dizer que permanentes, isto é, podem ser refutadas ao longo dos anos através de novas pesquisas, o que não diminui o mérito anterior.


3) Método de investigação: embora alguns cientistas digam que não há um método cientifico, não podemos afirmar que não exista hipóteses analisadas e investigadas para manter os critérios científicos e procurar uma evidência que ajuste-se a forma-padrão cientifica.


Portanto, conclui o autor, que a ciência procura investigar questões que lhe são mais plausíveis em seu tempo e conforme a apresente-se necessidade de conhecer e entender, baseando-se em proposições, nas quais, ao abrir hipóteses, serão eliminadas todas as etapas que apresentem dubiedade e aceitado conclusões em que na maioria das vezes se repitam, assim as divulgando, não como irrefutáveis, mas encaminhando, para quem sabe, novas pesquisas.


LIVRO: FILOSOFIA DA CIÊNCIA
EDITORA CULTRIX LTDA
SÃO PAULO
PÁGINAS: 12 A 24

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

RESUMO DE PARTES DO LIVROS:"TEORIA DO CONHECIMENTO E TEORIA DA CIÊNCIA" DE URBANO ZILLES

TWITTER: @ericamacleo

Resumo: PARADIGMA DA SUBJETIVIDADE

Sempre quando se pensa em verdade, isto é, buscar respostas, pensamos que temos esta capacidade de encontrar esta resposta, além disto, que é possível conhecer o objeto analisado.
Mas o autor questiona: hoje, com a nova forma que temos de ver e de pensar, ainda aceitamos todas as repostas, ou temos um visão cetica a respeito do próprio conhecimento e da própria capacidade de conhecer?
O que passamos a questionar, não é mais o objeto, mas a capacidade de conhecer.

Resumo: DESCARTES: A FILOSOFIA DO RACIONALISMO


Descartes, revolucionou o racionalismo que vinha principiado por uma dicotomia: conhecimento apenas por racionalidade e conhecimento usando também da experiência, ele passou a determinar uma técnica de conhecer e aprimorar fazendo com que se torna-se o mais semelhante a forma científica.
Como se fosse uma fórmula matemática, Descartes parte para conhecer o objeto, duvidando do próprio conceito a respeito do objeto, duvida dos próprios sentidos.
Descartes usa a Intuição (para prover um pensamento, visão), a Análise (para dividir o pensamento passando da complexidade a maneiras mais modestas de entender o objeto, assim não havendo possibilidade de confundir o dito, isto é, terá uma fundamentação concisa para um todo), a Ordem ou Síntese (que complementa o anterior, seria ordenar os pensamentos e ao mesmo tempo fazer com que haja uma "trama" entre eles, para que do mais simples ao mais complexo, não venhamos encontrar falta de conexão, o que resultaria em falha) e por último revisar todos os passos para que não exista a possibilidade de "erro".

(NÃO ESTÁ COMPLETO)


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